26.4.10

Reunião ordinária da Câmara de 28 de Abril de 2010

Reúne-se na próxima quarta-feira, dia 28 de Abril, o plenário municipal da Câmara Municipal de Silves
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

20.4.10

Reunião de Câmara do dia 21 de Abril de 2010

Reúne-se amanhã pelas 9.30 horas em plenário a Câmara Municipal de Silves.
A Ordem de Trabalhos é conforme segue, ainda que esteja prevista uma deslocação ao Falacho de Cima para apreciação de um projecto em curso que tem levantado descontentamento entre residentes e proprietários.

17.4.10

Guerra da(e) Alta Tensão em Silves não acabou...

Por alguns pensarem que a questão está resolvida e já começarem a querer lançar foguetes, e a tirar dividendos, de ou para uma festa em que nem sequer contribuíram por aí além, cabe informar que a história da Alta Tensão na zona da Barragem do Funcho (Silves) ainda não acabou. 
Estando agora o projecto de traçado (que se pretende final) da REN até 20 de Maio em consulta pública, é ocasião para dizer que um grupo de pessoas (Grupo de Defesa do núcleo turístico do Funcho) continua descontente e as razões que apresentam não são despiciendas.
Passo a citar o comunicado de imprensa que divulgaram e a esclarecedora apresentação multimédia que produziram:
Comunicado de Imprensa
"A história da linha de Muito Alta Tensão, em tempos contestada pela população de Vale Fuzeiros, ainda não acabou. 
O traçado da linha de 400/150 kV de Portimão -Tunes foi alterado de novo e encontra-se agora em consulta pública
A linha foi agora deslocada mais para norte, ultrapassando as últimas cumeadas que estão à volta da albufeira da Barragem, na margem esquerda, passando por cima do núcleo turístico UOPG2. Esta zona já tem um projecto para um hotel em fase de apreciação de viabilidade de construção na CMS e 3 casas habitadas. Uma bonita zona turística de grande valor está em perigo.
Porquê ??"
Grupo de Defesa do núcleo turístico do Funcho
email: funcho-barragem@hotmail.com

4.4.10

Reunião de Câmara de 7 de Abril de 2010

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 7 de Abril, mais uma reunião do plenário municipal.
Por ser reunião aberta ao público inicia-se pelas 10 horas.
Aqui deixo a Ordem de Trabalhos.

14.3.10

Reunião de Câmara de 17 de Março de 2010

Reúne-se quarta-feira, dia 17 de Março, o plenário da Câmara Municipal de Silves.
Deixo aqui a Ordem de Trabalhos:

8.3.10

Reunião Extraordinária da Câmara - 10 de Março de 2010

Reúne-se quarta-feira, dia 10 de Março, em reunião extraordinária, o plenário da Câmara Municipal.
O assunto quente é a Fábrica do Inglês.
Entre a anacronia e o disparate, venha o diabo e escolha!
Ideias novas precisam-se!
Ou novos políticos, quiçá?
Aqui deixo a O.T.:

1.3.10

Reunião de Câmara de 3 de Março de 2010

Reúne-se quarta-feira, em reunião aberta ao público, e por isso com início pelas 10 horas, mais uma reunião do plenário municipal da Câmara Municipal de Silves.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

27.2.10

Espaço Informativo

Duas notícias merecem destaque este fim-de-semana e apelam à nossa participação.
Como nelas não posso participar, por compromissos assumidos, colaboro na sua divulgação.
Começo pela reabertura do espaço da velha Sociedade de Instrução e Recreio Messinense que durante o fim-de-semana se propõe realizar várias actividades (veja aqui) após algum tempo encerrada para obras. Felicidades para a nova direcção e para as actividades que se pretendem levar a cabo!

O outro destaque vai para a segunda reunião dos voluntários na iniciativa "Limpar Portugal", que se reúnem pelas 18 horas de sábado na Biblioteca Municipal de Silves (veja mais pormenores aqui).
E bom fim-de-semana!, apesar das previsões... 

25.2.10

15.2.10

Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Silves - 17 de Fevereiro de 2010

Reúne-se dia 17, pelas 9.30 h, o plenário da Câmara Municipal de Silves.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

31.1.10

Reunião de Câmara de 3 de Fevereiro de 2010

Reúne-se quarta-feira, em reunião aberta ao público pelas 10 horas, o plenário municipal.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

18.1.10

Reunião de Câmara de 20 de Janeiro de 2010

Reúne-se quarta-feira, dia 20, o plenário da Câmara Municipal de Silves.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

5.1.10

Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Silves (6.1.2010) - Ordem de Trabalhos

Realiza-se quarta-feira, dia 6 de Janeiro, a primeira reunião pública da CMS em 2010.
Aqui deixo a sua Ordem de Trabalhos.

2.1.10

Mais algumas actas de 2009 da Câmara Municipal de Silves

Actualizei recentemente a página onde reúno as actas das reuniões da Câmara Municipal de Silves desde Outubro de 2005. Infelizmente, ainda não foi possível publicar algumas referentes a 2008 (as últimas), e algumas de 2009.
Quando delas tiver cópia, ali as colocarei.
A ligação para a página das actas continua aí mesmo ao lado, entre as Ligações Úteis.

1.1.10

Assembleia Municipal de Silves - 28 de Dezembro de 2009

É cada vez mais difícil chegar ao conhecimento das Ordens de Trabalhos, quer da Assembleia, quer da Câmara Municipal. Não se entende, existindo um site da CMS, com um espaço dedicado à Assembleia, e bastando um simples e-mail para os seus responsáveis para que os editais que convocam as reuniões, e as suas ordens de trabalho, fossem aí publicados!Bem como as suas actas...
Nas pequenas coisas que não custam dinheiro, mas ainda assim não são feitas, se vê a competência para outras, bem mais difíceis, trabalhosas ou que podem trazer custos acrescidos. Não é o caso.
Por esta razão só hoje tive conhecimento da Ordem de Trabalhos da última Assembleia Municipal ordinária, do dia 28 de Dezembro passado.
Aqui fica:
1º Período
- Audiência ao Público.
2º Período
- Antes da Ordem do Dia.
3º Período
- Ordem do Dia:
3.1. Análise e deliberação sobre a constituição das Comissões/Grupos de Trabalho da Assembleia Municipal;
3.2. Análise e deliberação do Regimento da Assembleia Municipal de Silves;
3.3. Análise e deliberação sobre pedido de declaração de interesse público concelhio relativa à construção de um edifício destinado a estabelecimento hoteleiro isolado sito em Ponte Velha, Alcantarilha;
3.4. Análise e deliberação sobre proposta de adesão à Associação "Assecos - Associação para a Competitividade e Inovação na Energia e Construção Sustentáveis";
3.5. Análise e deliberação sobre proposta de adesão à Associação Internacional das Cidades Educadoras;
3.6. Eleição de representante da Junta de Freguesia para integrar o Conselho Municipal de Educação;
3.7. Eleição dos membros da Assembleia Municipal para a Assembleia Intermunicipal;
3.8. Análise e deliberação da alteração do Plano de Urbanização do Morgado da Lameira;
3.9. Análise e deliberação do Orçamento, Grandes Opções do Plano e Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Silves para 2010;
3.10. Análise do Relatório de Actividades da Câmara Municipal referente aos meses de Setembro, Outubro e Novembro de 2009;
3.11. Questões a colocar pelos membros da Assembleia Municipal à Câmara Municipal.

23.12.09

Boas Festas e um Bom 2010


A todos os meus leitores, silvenses ou não, quero desejar umas Boas Festas em família e um novo ano de 2010 com saúde, paz e prosperidade.

22.12.09

Porque o assunto é mais do que nosso...


Porque o assunto "Fábrica do Inglês" é mais do que nosso, e por aqui continuamos a "chover no molhado", como de costume, e bem pior, a lançar lenha para uma fogueira em que todos nos sentamos, queiramos ou não, só posso saudar a iniciativa da deputada algarvia Cecília Honório, do Bloco de Esquerda. Entendeu esta muito oportunamente inquirir o Governo (Ministério da Cultura e da Economia) sobre se conhece a situação e o que tenciona fazer caso o património em causa esteja ameaçado. Esperamos agora, de outros partidos, igual interesse e preocupação, à altura do que considero estar em causa (hoje fiquei a saber que também três deputados do CDS-PP colocaram ao governo semelhantes preocupações). Importante também, e a destacar por ser a primeira posição assumida por uma autarquia do concelho, a moção apresentada pelo membro do BE na Assembleia de Freguesia de Silves, Carlos Marques, e que, significativamente, foi aprovada por unanimidade.
Faço, porém, ao texto do Bloco, e a outros que já li, o seguinte reparo ou chamada de atenção: o que está em causa não é a sobrevivência do museu da cortiça, strictu sensu (ala norte de um edifício), do seu património técnico e documental de valor nacional: é a fábrica no seu todo, um conjunto arquitectónico e museológico único, pois esta é museu também, e a outra parte (a ala norte), nada é ou significa sem o resto.
Não será essa a resposta por que parecem aguardar, e até gostariam de ouvir, os mudos protagonistas da foto acima?
P.S. - Já hoje, 23 de Dezembro, foi gravada no Museu uma desenvolvida reportagem em duas partes pela RTP1, para o programa Portugal em Directo (veja aqui a Parte 1 e a Parte 2)

21.12.09

Reunião de Câmara de 23 de Dezembro de 2009

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 23 de Dezembro, mais uma reunião do plenário municipal da Câmara Municipal de Silves.
Aqui fica a Ordem de Trabalhos para esta reunião.

Silves, a Fábrica e o Museu - uma opinião em carta aberta


Começo, naturalmente, com uma declaração de interesses: sou director do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês desde a sua fundação, sou um defensor do património histórico/cultural concelhio, sou por linhagem (pelo menos por um costado) e vontade própria silvense.

Começo também pelo fim, pelas conclusões, talvez as menos polémicas, mas essenciais. A cidade e o concelho teriam muito por que se envergonhar, durante muitos anos, se permitissem que o edifício/museu que é a Fábrica do Inglês caísse nas mãos dos seus credores, e estes, senhores de um activo que é para eles, infelizmente, somente e apenas um activo, dele fizessem o que bem entendessem. Como entendessem…

E isto significa tudo o que a imaginação nos permita. Desde o encerramento ad eternum do espaço com as previsíveis consequências que isso acarreta, à sua venda, penhora, ou mesmo o leilão de tudo o que ali reside da nossa memória colectiva. E esta, que eu saiba, nenhum de nós quer pôr à venda!

Recuso-me a chorar sobre leite derramado, e a procurar os culpados ou as culpas para a situação presente, como alguns agora procuram fazer, porque inútil e oportunista me parece a abordagem. Tenho a minha opinião, naturalmente e por razões óbvias até bem mais fundamentada do que a de outros, mas acho que essa agora nada resolve…e até acrescento, só para lembrar o que alguns esquecem no calor do debate: o que seria daquele espaço, e do seu incomensurável património, se em 1997 os privados não lhe jogassem mão? (o que se vê na foto acima, ou pior?) E digo mais, insuspeito que sou quanto a isso: o empreendimento estaria bem melhor de saúde, desde o início, se a autarquia não fosse PSD, também desde o início. Por muito que vos surpreenda isto que digo, esse é um dos problemas da “Fábrica”, o de ter nascido como se um projecto familiar fosse, na opinião de alguns, e não como um projecto privado que a autarquia deveria, pela sua dimensão, totalmente viabilizar. José Viola viabilizou-o ainda (fui testemunha), pessoal e institucionalmente, nos últimos dias em que foi presidente de Câmara. Quem lhe sucedeu, por pudor, falta de arrojo, dificuldades em “separar águas”, não soube lidar com a importância do que ali estava presente. A proximidade nem sempre facilita; por vezes complica as coisas. Sem quaisquer problemas o digo. Estou na Fábrica desde Abril de 1998…, ultimamente muito menos.

Mas sou pragmático. Está feito, feito está. O que temos agora é uma situação de facto que a cidade e o concelho, seja hoje ou mais tarde, sempre vai ter entre mãos. E não adianta adiar, antes pelo contrário, só vai tornar a situação mais complicada. Aliás, o adiamento de uma postura sobre o assunto a nível político local, não dando o mais que necessário sinal positivo a quem a qualquer momento poderá exercer os seus direitos enquanto credor, pode desencadear fatalmente os acontecimentos e comprometer de forma irreversível a integridade deste património municipal, a que eu e outros (leia-se o comunicado da ICOM-Portugal) não repugna qualificar como nacional.

Para que se tenha uma pequena ideia do que está em jogo, permitam-me que explicite. O edifício da Fábrica do Inglês, para além da sua bem conservada arquitectura original, por si só caso raro no panorama industrial português dos finais de Oitocentos, foi uma das principais fábricas portuguesas de transformação de cortiça. Conservando, até hoje, um incomparável espólio técnico e documental, que lhe valeu em 2001 o Prémio Luigi Micheletti para melhor museu industrial europeu, este espólio, só por si, faria pôr em alerta máximo qualquer silvense preocupado, qualquer político local, qualquer entidade regional ou nacional preocupada com a preservação da nossa memória e identidade. Não podia, nem pode, servir como arma de arremesso político, nem ajustes de contas que, enquanto nos entretêm, servem o interesse de outros menos preocupados com essas coisas “imateriais”. Mas que são, também, materiais e afectivas para muitos ainda vivos, e para outros que não o sendo, vivem através das memórias que as peças desse museu perpetuam. Quem irá explicar à D. Alzira, ao Sr. Francisco, ao Sr. Carlos, ao Sr. Custódio, e a muitos, muitos outros que fizeram desinteressadamente do Museu da Cortiça fiel depositário dos seus bens, o agora incerto destino destas suas memórias?

E não falem alguns do museu e da fábrica, como se duas coisas fossem! Não são. O Museu é a Fábrica, a Fábrica é o Museu. O Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês, para além das várias peças que tem presentes em todo o espaço fabril, e que lhe pertencem, não tem vida para além daquele espaço. É um museu de sítio, preserva um sítio, e um património que está in situ, e é hoje único exemplar do que foi a Silves da época da indústria corticeira. Deslocar uma máquina que fosse da oficina rolheira, da Casa do Motor ou da Prensa é desvirtuá-lo, é matá-lo. Nenhuma solução pode pôr isso em causa.

Tenho ideias para soluções, mas não tenho uma solução. Tenho uma certeza, voltando ao início: a cidade e o concelho teriam muito por que se envergonhar, durante muitos anos, se permitissem que o edifício/museu que é a Fábrica do Inglês, e o que ele para todos nós representa, caísse nas mãos dos seus credores, e estes, senhores de um activo que é para eles, infelizmente, somente e apenas um activo, dele fizessem o que bem entendessem.Como bem entendessem!

E isso não é referendável, por favor!

P.S.- Outros (município e EMARP de Portimão), mesmo sem aviso prévio, já tiram partido do que é nosso.

17.12.09

Reunião Extraordinária da Câmara - 18 de Dezembro de 2009

Realiza-se amanhã, pelas 15 horas, uma reunião extraordinária do plenário municipal que terá como ponto único a apreciação da situação do Mercado Municipal de Silves.
Segundo sei, contará com a presença dos actuais comerciantes ali exercendo actividade.