17.2.07

Resumo da Reunião Ordinária da Câmara - dia 14 de Fevereiro

Realizou-se na passada quarta-feira, dia 14, uma reunião ordinária cuja ordem de trabalhos divulgámos em post anterior.
A Drª Lisete Romão foi substituída pelo Arq. Marco Pereira.
Como primeira reunião do mês que era, foi uma reunião com audiência ao público. Com a particularidade histórica de ser a primeira, de todas as que ainda se irão realizar, em que o público poderá assistir do princípio ao fim. Uma pequena vitória da oposição em benefício dos munícipes, e que se fica em grande parte a dever à insistência da vereadora Lisete Romão.
No período de intervenção do público começou o senhor José Martins Gonçalves que veio, mais uma vez, reivindicar o melhoramento da estrada dos Valinhos que foi há alguns anos interrompido. Segundo diz a população local acusa o seu pai de se ter oposto a essa obra, o que diz não ser verdade, tendo criado uma situação muito difícil entre vizinhos que acabou por contribuir para o falecimento do seu pai. Por se arrastar há tanto tempo, sem solução à vista, o que parece em grande parte causado por uma sequência de mal entendidos e questões locais, foi decidido que toda a vereação se deslocaria brevemente ao local para conversar com a população e tentar ultrapassar um problema cuja solução não parece de todo complicada, haja alguma boa-vontade de todos!
Falou de seguida a Srª Maria Odília da Foz do Ribeiro que também não é a primeira vez que à sessão de câmara se desloca. O seu problema reside na localização da sua casa/restaurante, em leito de cheia, o que em anos chuvosos como agora aconteceu, lhe traz grandes problemas e prejuízos. Foi-lhe dito que havia já sido oficiada a CCDR, que ainda não respondeu, embora pela Srª Odília se ficasse a saber que já enviou dois técnicos ao local para estudar o problema e a solução do ponto de vista hidráulico, já que esta entidade (Ambiente) é que tem poderes nesta matéria. De modo a prestar esclarecimentos e informações quanto ao caso da SrªOdília e do Srº Martins Gonçalves esteve presente nesta parte inicial da reunião o Eng. Mascarenhas, da DOM. Falou seguidamente o Sr. Helder Tomé que quer ver levantada a caução que desde há vários anos a CMS detém sobre uma obra que em Messines realizou. As vistorias nunca encontraram uma situação compatível com a entrega definitiva da obra, mas ainda assim a presidente disse que o melhor seria realizar-se uma reunião entre a comissão de vistorias e o GAJU de modo a tentar desbloquear a situação. Na tentativa de entender o que se passa neste processo, eu e o vereador Serpa pedimos uma súmula histórica deste assunto. Apresentou-se seguidamente o senhor Aníbal, residente no Bairro J.J. Duarte em Silves e que veio reclamar para esse lugar, recentemente alvo de uma intervenção, a colocação de três pinos e um candeeiro, muito úteis na sua opinião. Em conversa com o Eng. Mascarenhas, a Presidente comprometeu-se a realizar o pedido. Finalmente, apresentou-se à vereação um grupo de alunos da Escola Secundária de Silves (7 alunos + 2 professoras), e que frequentam a disciplina de Cidadania e Mundo Actual, e nesse contexto vieram observar os trabalhos do Executivo. Ainda que instados pela sua professora, Paula Bravo, a colocarem alguma questão, prevaleceu a timidez. Quem acabou por falar foi a professora para explicar a razão da visita com base no aprofundamento do conhecimento dos eleitos e das funções deste órgão municipal. A Presidente apresentou toda a vereação. Outra das professoras acompanhantes, a Prof. Cidália, acabou por aproveitar a ocasião e perguntar ao vereador Rogério Pinto qual a situação em que se encontra o apoio às visitas de estudo já que, e apesar de a partir de Janeiro a autarquia ter alterado as regras, acabou por não beneficiar deste apoio numa viagem que realizou no mês passado. Em resposta o vereador referiu a necessidade de criação de um regulamento para esta área dos apoios aos transportes, as responsabilidades prioritárias para com o 1º ciclo e pré-escolar, enfim, a dificuldade e a vontade de tratar todos por igual, aqui já em resposta à manhosa pergunta que coloquei, ao lembrar-me dos já famosos "passeios da terceira idade". O vereador Rogério Pinto aproveitou ainda para dar a conhecer a estes alunos uma actividade do Sector da Juventude que os poderia interessar, já que também se relaciona com o exercício da cidadania. Por fim, a vereação, pela presidente e por mim, agradeceu a presença e o interesse destes jovens por melhor conhecer os seus órgãos autárquicos. Acabaram, beneficiando das novas regras, por ficar mais um pouco, entrados que fomos no período reservado às Informações, melhor, no período de Antes da Ordem do Dia, já que informação não houve (e deveria ter havido, no fim esclarecerei...). Como é tradição, começou o PS pelo vereador F. Serpa por chamar a atenção para o pedido que tinha em reunião anterior formulado, a saber, que as convocatórias/OT trouxessem junto a minuta da acta anterior, de modo a facilitar e acelerar a sua correcção e posterior aprovação. Perguntou depois se as contas de 2006 já teriam ou não sido encerradas, e se o foram, quando é que isso aconteceu. Pediu também que ficasse em acta que pretende quanto antes as declarações de rendimentos auferidos pelas senhas de presença das reuniões para poder fazer participação ao Tribunal Constitucional como é de lei. Eu que já fiz a minha, fi-lo com base nos rendimentos de 2005, os únicos disponíveis, já que a declaração é entregue durante o mês de Dezembro.
Ao abrigo da lei 169/99, que estipula 10 dias para que o executivo permanente responda aos pedidos de informação realizados pela Oposição, lembrou que aguarda a entrega do relatório sobre o estado dos processos de obras pendentes na DGU. O executivo permanente, na pessoa da Presidente, disse não se lembrar de tal pedido, mas que eu testemunhei. Perguntou também pelo pedido de esclarecimento à instrutora de Tavira sobre o facto desta não ter dado cumprimento completo ao inquérito. Sobre este assunto a presidente disse que tinha pedido esclarecimento aos advogados (os de Lisboa, presume-se) mas que não se lembrava! O vereador Serpa voltou a pedir cópia do dossiê da auditoria e do contrato com a empresa de advogados de Lisboa, e eu voltei a acrescentar que gostaria de saber quais haviam sido as alterações contratuais que nos trouxe o novo ano de 2007. Pediu ainda, o que também me interessa, cópia da queixa-crime contra incertos realizada pela CMS na reunião de 6 de Dezembro de 2006. Ainda no âmbito judicial, voltou a perguntar se algum membro do executivo permanente prestou declarações em tribunal ou está constituído arguido nalgum processo. A Presidente, que na reunião anterior parecia nada saber ou se lembrar, acabou por nos dizer que estava constituída arguida no processo que a opõe à Sociedade de Recreio e Instrução de S. Marcos da Serra (e aqui fica o link para um artigo de Samuel Dias, que parece saber do que fala) e é testemunha noutro que não soube precisar. O vereador Rogério Pinto disse que já tinha sido arguido no caso das faixas da CME nas muralhas do Castelo, caso que entretanto fora arquivado e prestara declarações no âmbito do processo interposto pelo CELAS no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé e no processo relativo à destruição dos vestígios arqueológicos romanos em Vila Fria. O Arq. Marco Pereira colocou ainda uma questão quanto à Ecovia do Algarve que (e peço perdão ao arquitecto pela minha distracção) não registei o sentido, já que de seguida perguntei se a parte respeitante ao nosso concelho estava em algum lugar terminada o que, segundo me disseram, ainda não aconteceu.
Na minha vez coloquei ao vereador Domingos Garcia novamente a questão da conclusão da estrada da Cumeada, voltando o vereador a desculpar-se com uma situação que se criou entre a empresa Marcel e o Eng. Henrique Brás, situação que até agora não foi possível desbloquear, ainda que o engenheiro já não esteja a trabalhar na autarquia. Sobre os cães junto ao depósito de água da Torre em Armação foi-me dito que a fiscalização fora mandada ao local para uma nova avaliação, que as queixas se resumiam a um munícipe e que aparentemente não haveria qualquer perigosidade derivada da situação. Por fim, voltei a insistir na rápida resolução do problema da iluminação da marginal de Silves, designadamente do troço junto à piscina municipal, onde existe uma passagem de peões que à noite é uma verdadeira armadilha. Voltando a desculpa de que a EDP fora a culpada por ter cortado o cabo que alimentava a zona, corte que ainda não localizou, sugeri uma situação de emergência que passasse por iluminação auto-suficiente do local. Foi sugerido, esperemos agora que se implemente, a iluminação por holofote a partir das proximidades (do estádio do Silves, p.ex.).
À excepção do último ponto da Ordem de Trabalhos, não abordarei outro assunto desta reunião, já que os mesmos foram mais ou menos consensuais e poderão vir a lê-los na futura acta. Agora sobre o ponto nº 6.10, "Proposta de conversão do Antigo matadouro Municipal de Silves para Pólo Cultural «Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica»" houve polémica e a Oposição votou contra. Os argumentos que invoquei de tal modo aborreceram a Presidente que, mais uma vez, quis terminar uma reunião quando estava em uso da palavra um vereador, no caso eu. Mas porquê a polémica? Em primeiro lugar, convido-vos a ler a esclarecedora Declaração de Voto que na ocasião apresentei. Mas desde já adianto que o meu protesto começou pelo facto desta Câmara ser convidada a se pronunciar a posteriori sobre um nome que já fora profusamente usado nos convites para a inauguração, na comunicação social e lapidarmente inscrito no edifício. Considero isso, e apesar da maioria ser a maioria e tudo poder aprovar, uma verdadeira afronta à dignidade e respeito que deve merecer o órgão autárquico Câmara Municipal. É a consideração e o entendimento "à Luís XIV" que Isabel Soares faz do órgão, mas também o truque de evitar que a comunicação social manchasse a divulgação da badalada cerimónia com os palpites da Oposição sobre a ilegal reabertura do espaço do ex-matadouro. O vereador F. Serpa, na linha do que tem dito, referiu tal como eu o fizera, que não é contra a reabertura do espaço, desde que conforme a lei e os compromissos anteriormente assumidos pela autarquia, lamentando que esta não tenha conseguido pela via do diálogo resolver a situação, perguntando se haviam sido ponderadas as consequências desta acção face aos pressupostos inerentes ao facto deste edifício ter sido financiado por fundos comunitários com determinados fins. A isto respondeu a presidente dizendo: a CCDR aprovou.
P.S. - Quanto ao que no início disse de que deveria ter sido usado o período das Informações para o executivo permanente as dar, informo que no dia 8 de Fevereiro (ainda antes da inauguração do dia 10) a CMS recebeu notificação do Tribunal Adm. e Fiscal de Loulé para que se pronunciasse face à interposição pelo CELAS de nova providência cautelar. O executivo, nem no período das informações, nem quando se discutiu a proposta de nome para o ex-matadouro referiu tal facto, mas não se coibiu de marcar uma reunião extraordinária para dois dias depois (16 de Fevereiro) em que queria a aprovação dos vereadores quanto a uma dita "Resolução fundamentada" que pretende usar junto com a resposta ao Tribunal!
Fica, no entanto, assim explicada a intempestiva reacção da Presidente à argumentação da Oposição aquando da proposta de nomeação em Casa da Cultura do ex-matadouro!

14.2.07

Reunião Extraordinária da Câmara - dia 16 de Fevereiro de 2007

Verdadeiramente surpreendente, e esclarecedor dos métodos de trabalho deste executivo, é o facto de duas horas depois de sair de uma reunião ordinária, onde nada foi dito, receber uma convocatória para uma reunião extraordinária a realizar depois de amanhã! Não se entende o silêncio, a urgência dos assuntos, muito menos porque é que o executivo permanente entendeu que não havia necessidade de reuniões semanais, já que o expediente às extraordinárias é constante. Enfim, aqui fica a ordem de trabalhos detalhada, já que é pequena.
2. Informações;
4. Processos de Obras Particulares
4.1. Processo da CMS (alteração ao alvará de loteamento nº1/07 relativo ao lote nº 2 do bairro do Progresso sito em Silves;
4.2. Processo da CMS (pedido de propriedade horizontal para o lote nº 2 do Bairro do Progresso sito em Silves);
5. Processos de Obras Municipais
5.1. Pavimentação da estrada de Vale Figueira, em S. Bartolomeu de Messines;
6. Assuntos Diversos
6.1. Proposta de Resolução Fundamentada referente à Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica (CELAS).

12.2.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 14 de Fevereiro de 2007

Realiza-se na próxima quarta-feira a primeira reunião camarária do mês de Fevereiro, por isso sendo reunião aberta ao público. E se for cumprido o acordo a que se chegou, esclarecidas que são as questões legais, será pública de princípio ao fim, o que acontecerá pela primeira vez.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da Ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (42 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (4 itens);
  6. Assuntos Diversos (10 itens).

Os assuntos a que dou destaque são a proposta de alteração da composição das Comissões de Vistoria a Obras de Urbanização e a Obras Públicas, as propostas bancárias para contrair empréstimo ao abrigo da linha de crédito bonificado para projectos municipais (Parque Escolar do Concelho de Silves e Rede de Abastecimento de Água a S. Bartolomeu de Messines), a minuta de protocolo a celebrar entre a C.M.S. e a Região de Turismo do Algarve e, para terminar, a proposta de conversão do Antigo Matadouro Municipal de Silves para Pólo Cultural "Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica".

11.2.07

Silves disse SIM


Com 76,77% de votos no SIM, o concelho de Silves foi claro na sua escolha.
Só é pena que a abstenção atingisse, mais uma vez, valores que nos envergonham (votaram 10 165 dos 27 727 inscritos!).

7.2.07

Resumo da Reunião Extraordinária da Câmara - dia 2 de Fevereiro de 2007

Por pedido de convocação da Oposição foi realizada no dia 2 de Fevereiro uma reunião extraordinária da Câmara que tinha como objectivo fazer o ponto da situação dos processos disciplinares em curso (com a presença dos instrutores), ao processo de concurso da auditoria externa, e à situação contratual estabelecida com a PLMJ, o gabinete de advogados que a autarquia contratou para prestar assessoria jurídica no caso Viga d'Ouro.
Encontrando-me na altura muito doente, pouca participação tive na reunião.
Esta iniciou-se com a entrega do Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças Municipais requerido na reunião anterior e com a leitura da extensa Opinião Jurídica da PLMJ, contrária à ideia proposta pela Oposição de ouvir presencialmente os instrutores dos processos de inquérito/disciplinares.
Consultados alguns dos processos presentes, o vereador F. Serpa pediu cópia do contrato dos Advogados e do completo processo de concurso de auditoria, no qual existiam inicialmente três empresas concorrentes que entretanto ficaram reduzidas a duas. Quanto aos inquéritos e aos seus relatórios finais (faltam ainda os do Dr. Carlos Sequeira e os do Eng. Henrique Brás e senhor Vítor Rocha) foi dito que não havendo por parte das funcionárias quebra de dever ou procedimento ilegal, e sendo sugeridas responsabilidades superiores, haveria que retirar as devidas ilações para que a culpa não morresse solteira e os aspectos formais não acabassem por impedir o apuramento da verdade e dos que beneficiaram com as infracções e a situação criada. Por isso o mesmo vereador propôs que a presidente solicitasse reunião à Polícia Judiciária para que esta averiguasse com carácter de urgência este processo. Mais ainda, solicitou que a presidente pedisse informação escrita à senhora instrutora de Tavira no sentido desta esclarecer quais as razões que a levaram a não especificar os factos imputados, contrariando a lei, e assim de alguma forma permitindo que os processos de inquérito/disciplinares fossem "feridos de morte".
E não havendo mais nada a tratar, ainda não eram onze horas e a reunião foi dada por finda.

6.2.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 31 de Janeiro de 2007

Conforme a Ordem de Trabalhos anteriormente divulgada deu-se início à reunião com o período reservado às Informações. Fornecida pelo vereador Domingos Garcia, veio informação escrita sobre o funcionamento da ETAR do Falacho com base no relatório da Águas do Algarve respeitante aos meses entre Julho e Novembro de 2006. A situação da ETAR do Falacho melhorou substancialmente a partir de finais de Agosto de 2006, quando terminou a campanha de laboração da Lara. Acontece que havia o comprometimento estabelecido em reunião feita em Abril com a CMS e a Águas do Algarve de a partir de Setembro a Lara realizar obras que implementassem um novo sistema de tratamento de efluentes que deveria estar a funcionar no início da nova campanha citrícola, o que não aconteceu. Reflecte por isso o relatório o receio de, e assim, em continuidade do que todos já conhecemos, se manter a vergonhosa situação de poluição e maus cheiros. Conto perguntar em próxima reunião se a Lara realmente deu início às obras e estas sofreram atraso, ou se ignorou simplesmente o acordo estabelecido.


Veio ainda informação escrita do Chefe de Gabinete da Presidente, prestando esclarecimento quanto à distinção entre Factoring e Cessão de Crédito, situação que tem sido alvo de permanente polémica entre mim e a presidente, já que esta se baseia no facto de não serem factorings tudo aquilo que por aí se diz e, por essa razão, não ter sido necessária informação ao colectivo. Em linguagem muito legal pretende-se nesse esclarecimento fazer valer essa tese. Mas mal, já que nem se mencionam os dois diplomas legais que mais recentemente definem esta situação e dizem (veja-se imagem do Dec.-Lei nº 171/95), preto no branco, ser a mesma coisa.

Passados ao período de Antes da Ordem do Dia, o vereador Fernando Serpa começou por sugerir a inclusão da minuta da acta da anterior reunião junto com a convocatória e ordem do dia fornecidas nos dias que antecedem as reuniões, para que haja tempo de as analisar mais detalhadamente. Não colheu adeptos junto da maioria, sugerindo a Presidente que se lesse a minuta da acta no fim das reuniões, quando ainda estão frescas as declarações. Por mim, uma ou outra solução serão válidas, desde que as actas acabem por satisfazer a todos, o que não tem - e falo por mim - acontecido. O mesmo vereador pediu para realizar algumas alterações à acta da reunião anterior que foi corrigida após algumas trocas de "mimos" que levaram ao pedido de excusa da função por parte da Dra. Dina Baiona, que a presidente desmotivou. O Dr. Serpa pediu cópia do Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças Municipais a propósito da polémica sobre os toldos e a revolta dos comerciantes, aproveitando a presidente para dizer que era injustificada face à lei e à situção ilegal em que muitos se encontram, tendo realizado acrescentos sem autorização. A este propósito o vereador Rogério Pinto desafiou o vereador do PS a sugerir qual era a sua proposta. Em resposta, F. Serpa disse: "suspensão imediata do Regulamento".
Quis ainda saber F. Serpa se a presidente se encontrava arguida em algum processo judicial, segundo aquilo que consta, escusando-se esta a responder e dizendo que não sabia de que falava o vereador. Este pediu relação dos processos em que a presidente ou os vereadores permanentes prestaram depoimento deste o início deste mandato e se em algum deles são arguidos os membros permanentes da câmara. Quer saber ainda se o gabinete de advogados (PLMJ) presta assistência jurídica e em que qualidade (como mandatários da presidente/vereadores ou da CMS) e qual o montante já cobrado. Acrescentei aqui o pedido de informação sobre se teria havido revisão contratual no início de 2007 como se referia na orçamentação inicial proposta por aquele gabinete (140 €/hora, fora outras despesas, para uma estimativa de 150 horas de trabalho). A propósito da referência ao gabinete de advogados, referiu a presidente, e em resposta ao pedido de comparência dos instrutores dos processos disciplinares para prestarem esclarecimentos à câmara, que este gabinete se pronunciara no sentido de isso poder ser visto como uma tentativa de influência dos mesmos no momento em que fazem o seu trabalho. A Dra. Lisete Romão disse que discordava e pediu cópia do referido parecer. O Dr. Serpa argumentou com o facto de a instrutora de Tavira já ter terminado o seu trabalho e os instrutores disciplinares que se lhe seguiram terem posto em causa o seu trabalho (não ter apontado acusações explícitas quanto a factos e momentos). Para terminar este período foi por mim abordada a questão da reabertura do ex-matadouro, perguntando à presidente se acautelara o facto de estar pendente um processo em tribunal (entre CELAS e CMS) e se a autarquia pretendia, como afirmara em reunião anterior o Dr. Rogério Pinto, contactar o CELAS para quanto antes começar a elaborar os termos do protocolo a celebrar com essa instituição cultural. À primeira questão foi dito que sim, à segunda não obtive resposta.
Do resto da Ordem de Trabalhos não rezará a história, a não ser dos pontos 6.18 e 6.19, respeitando, respectivamente, aos relatórios finais dos processos disciplinares das funcionárias camarárias Telma Gonçalves e Otília Santos (clique nos nomes para ler). Deixo aos leitores a apreciação crítica dos mesmos, e faço a pergunta: do que é dito e referido pela instrutora, para quem sobra a responsabilidade?
Colocadas à votação secreta as propostas de arquivamento dos processos disciplinares, as mesmas recolheram a mesma e seguinte votação: 6 votos favoráveis e uma abstenção (e digo, não fui eu que me abstive!).
E por aqui me fico. Ainda tenho que comentar a extraordinária, mas talvez só amanhã.

5.2.07

Amanhã darei novidades

Só para sossegar os mais ansiosos, venho dizer que amanhã (terça, à noite) já deverei ter algo escrito sobre as duas últimas reuniões camarárias (a ordinária de 31 de Janeiro na qual se procedeu à deliberação do arquivamento de dois dos processos disciplinares e a extraordinária de 2 de Fevereiro, sobre os assuntos que anunciara na ordem de trabalhos proposta pela Oposição). A maldita gripe, não me atacou o tendão :), mas deixou-me sem vontade para nada. E ficou trabalho atrasado, para além do blogue.
Aos que esperaram, aqui fica este esclarecimento... e as desculpas, pois são exigentes estes leitores!!

31.1.07

Reunião Extraordinária da Câmara - dia 2 de Fevereiro de 2007

Por iniciativa dos vereadores não permanentes (PS e CDU) realiza-se sexta-feira, dia 2 de Fevereiro, uma reunião extraordinária do plenário municipal.
Após um primeiro pedido realizado directamente para a acta da reunião do dia 17 de Janeiro, o qual foi ignorado (!), houve que realizar um pedido formal no dia 24 junto da Divisão Administrativa para que a convocatória acabasse por se formalizar para dia 2 de Fevereiro.
A convocatória que nos chegou contem a seguinte Ordem de Trabalhos:
2- Informações;
6- Assuntos Diversos.
6.1. Processo de Inquérito nº 1/2006 e subsequentes processos disciplinares - ponto da situação.
No requerimento apresentado pela vereação não permanente a formulação é mais explícita ou detalhada, referindo que "(...) se pretende fazer o ponto da situação do processo de inquérito, do processo relativo à auditoria e do contrato mantido com os advogados, bem como das participações, troca de correspondência entre a Câmara Municipal de Silves e o Ministério Público, Polícia Judiciária e toda e qualquer entidade relacionada com o inquérito" (retirado da minuta da acta de 17 de Janeiro). Foi ainda requerida a presença dos instrutores para esclarecimento de algumas dúvidas.

Reunião ordinária da Câmara - 31 de Janeiro de 2007

Peço desculpa, mas só hoje foi possível noticiar a reunião de câmara que hoje se realizou.
Uma inoportuna gripe que, pelos vistos, alastrou ao meu PC, impediu-me de fazê-lo com antecedência.
Fica aqui a Ordem de Trabalhos:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (34 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (6 itens);
  6. Assuntos Diversos (19 itens).

Outros comentários à reunião hoje realizada ficarão para sexta ou sábado, após a reunião extraordinária do dia 2 de Fevereiro e esta incomodativa gripe.

28.1.07

Expliquem-nos como se fôssemos mesmo muito burros....

Na última edição do jornal Terra Ruiva, a presidente da Câmara Municipal de Silves dá uma longa entrevista. Muito haveria para comentar (talvez ainda o venha a fazer, haja tempo!), tantos são os assuntos abordados. Mas uma coisa me prendeu a atenção, até porque já a ouvi noutro contexto. A Oposição, os presidentes de Junta, enfim, todos os outros, não percebem a presidente. É uma incompreendida!




Apetece conjugar o verbo Perceber:

Eu não percebo
Tu não percebes
Ele (ela) percebe
Nós não percebemos
Vós não percebeis
Eles (elas) percebem

Enfim, só a senhora presidente e eles(as) percebem. E no que diz respeito aos factorings (lá estão eles outra vez sem perceberem!) a senhora presidente puxa do Código Civil e diz que são aqueles em que a Câmara paga juros, pois quando assim não é são cessões de crédito. Desafio alguém a encontrar no Código Civil a palavra factoring (moderno anglicismo) pois o que ali se aborda são cessões de crédito, a expressão portuguesa. Uma e outra coisa são a mesma coisa. O que existem são factorings com recurso ou sem recurso, sendo que nos primeiros os credores assumem os riscos do não pagamento por parte dos devedores; nos segundos, a modalidade que agora tem sido mais usada pelos credores e que é um sinal da consideração que têm pela autarquia enquanto pessoa de bem que honra compromissos, são realizados sem recurso, assumindo as empresas credoras um juro para transmitirem o risco ao factor, leia-se, o banco.

Mas voltemos ao facto de não serem factorings, segundo a presidente, aquilo que se contratou designadamente com a Viga d'Ouro e, por tal razão, não ser obrigatória a sua aprovação em plenário camarário, onde curiosamente nenhum foi trazido. Será que o Banco BCP Millenium (um factor) não sabe do que fala, não é especialista na matéria? Então agora vejam o que este banco escreve na sequência do despacho presidencial que proíbe os pagamentos à citada empresa (clique aqui). Nem a senhora presidente sabe como classificar tal fórmula financeira já que na sua proposta trazida a reunião de câmara em 13 de Setembro (leia-se acta aqui, p. 50), ela própria diz que "esta Câmara não pode colocar em causa os compromissos já anteriormente assumidos por este Município (leia-se presidente, porque a Oposição não fora tida ou havida) junto de tal banco ao abrigo de contrato de Factoring."

E que dizer da PLMJ, o milionário gabinete de advogados que a presidente contratou à revelia do conhecimento da Oposição para acautelar a defesa do executivo permanente na sequência do processo Viga d'Ouro? Também não conhece o Código Civil ou os Dec.-Lei nºs 171/95 e 186/2002 que regulam os contratos de Cessão Financeira ou Contratos de Factoring? Por certo que não, já que também usam a maldita palavra factoring no parecer jurídico que realizaram a propósito da intenção de suspender os pagamentos à Viga d'Ouro! Apetece-nos parafrasear e, usando as palavras tão ao gosto da edil, dizer que "(...) eles continuam sem perceber e eu já não lhes consigo explicar mais."

Talvez se nos explicasse a todos nós, como se fôssemos mesmo, mesmo muito burros....!
Quiçá!?

25.1.07

Da extraordinária reunião

Na última reunião ordinária da câmara realizada no dia 17 de Janeiro, a Oposição, cansada de sucessivos pedidos de prorrogação pedidos pelos instrutores do processo de inquérito, agora já disciplinares, em curso e que abrangem vários funcionários autárquicos; cansada das respostas evasivas quando pede esclarecimentos quanto ao andamento dos mesmos; cansada de ser ignorada em decisões que são da sua competência e não exclusivamente da Presidente (caso da contratação em regime de milionária avença de um conhecido gabinete de advogados para assessorar a Câmara no processo Viga d'Ouro), enfim, cansada de saber muitas vezes das situações fora do contexto das reuniões plenárias do executivo, disse basta, e por proposta do vereador Fernando Serpa apresentou, ditando para a acta, oral requerimento para convocação de reunião extraordinária e da sua ordem de trabalhos. Ao abrigo da lei (Lei 169/99, art. 63, nº1), um terço dos membros da câmara podem fazê-lo. Quanto ao dia, houve mesmo negociação, quanto a ser sexta-feira dia 26 ou quarta-feira dia 24. O facto de eu invocar deveres profissionais, a que não gosto de faltar, e por serem as quartas-feiras os dias normais de reunião, decidiram a questão. Pensou a Oposição...
Segundo o diploma atrás citado (art. 63, nº 3), o presidente tem o dever de, recebido o pedido de reunião extraordinária, a marcar para os oito dias subsequentes, que terminaram hoje. Não foi marcada pela presidente a reunião. Ontem, por ter sido essa a data que ficara acordada (ninguém se manifestou contrário, diga-se), a Oposição esteve no edifício camarário entre as 9.30 h e as 11 horas. Primeiro, aguardando que o executivo permanente aparecesse e, como tal não aconteceu, para formalmente apresentar requerimento para convocação de reunião extraordinária conforme documento anexo.

É este o respeito que merece à senhora presidente a opinião/vontade dos vereadores da Oposição?

Pois fique sabendo, senhora presidente: acabaram-se as marcações de reuniões extraordinárias por telemóvel! (lembra-se? Eu lembro um exemplo: 7 de Julho de 2006, para "tomar conhecimento" do despacho de abertura do inquérito ao Eng. Henrique Brás). Agora só estarei presente em qualquer reunião extraordinária sob convocatória formal , fique V.Exa. sabendo.

E tenho dito!

24.1.07

Plano de Pormenor de Armação de Pêra




Prepare-se e veja aqui (clique sobre o texto adiante e não sobre a imagem) a planta de apresentação do Plano de Pormenor de Armação de Pêra (remonta a Outubro de 2002), agora rectificado e para aprovação na Assembleia Municipal de 26 de Janeiro.
Atenção: ficheiro pesado! (6,18 MB). Necessita ter instalado o Acrobat Reader (descarregue aqui).
Entretanto, dia 26, artigo no Público: Armação vai ter plano com atraso de uma década.

Assembleia Municipal - reunião extraordinária dia 26.01.2007

Realiza-se na próxima sexta-feira, dia 26, uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Silves. Decorrerá em Armação de Pêra, na sede do clube de futebol "Os Armacenenses", a partir das 21 horas.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
1º Período - Audiência ao Público;
2º Período - Ordem do Dia
2.1. Análise e deliberação sobre transferência financeira/subsídio para a
Empresa POLIS;
2.2. Análise e deliberação sobre o processo de Rectificação do Regulamento
do Plano de Pormenor de Armação de Pêra;
2.3. Apresentação e discussão da proposta de elaboração do Plano de
Pormenor do Sapal de Armação de Pêra;
2.4. Apresentação e discussão da proposta de alteração do PDM de Silves,
nomeadamente na área Poente à zona industrial de Alcantarilha;
2.5. Análise do Alvará de Loteamento nº 4/2005 cujo titular é Leirinvest,
S.A. e Imoqueen, Lda..
Notícia já disponível no Barlavento on-line.

18.1.07

Espaço de Informação

Aqui ficam mais algumas novidades referentes a Silves, entretanto conhecidas:

E ainda Encontro/Debate sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, dia 19 de Janeiro, às 21 horas, no Instituto Piaget.

15.1.07

Reunião ordinária da Câmara - 17.01.2007

Realiza-se quarta-feira, dia 17 de Janeiro, pelas 9.30 horas, mais uma reunião camarária.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da Ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (47 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (2 itens);
  6. Assuntos Diversos (10 itens).

Dos assuntos em consideração, faço realce para a discussão da proposta de Regimento da Câmara Municipal (agendada sucessivamente desde o Verão passado, salvo erro), para a lista definitiva dos alunos (15) a quem foi atribuída pela autarquia Bolsa de Estudos, e à resposta do Eng. José Garcias Fernandes, instrutor dos processos disciplinares do Eng. Henrique Brás e do Senhor Vítor Rocha, à solicitação para que fundamentasse as razões do seu pedido de prorrogação da instrução apreciado na reunião do dia 20 de Dezembro.

Espaço de Informação

10.1.07

Frase do Dia

"(...) salientando que a autarca foi a primeira a exigir o esclarecimento das situações anómalas detectadas, solicitando a abertura de um inquérito interno, e enviando toda a informação e documentação para a Inspecção Geral da Administração do Território, a Direcção Geral de Finanças, o Ministério Público e a Polícia Judiciária, entidades a quem competirá agir de acordo com as suas competências."
É mentira.
Não foi Isabel Soares que de modo próprio resolveu investigar esta situação para a qual a Oposição já a havia alertado, fosse em reunião de Câmara (veja-se p.ex. Acta da Reunião Extraordinária de 24 de Abril de 2006, p. 5, durante a discussão da Conta de Gerência), fosse em Assembleia Municipal. Sempre afirmou que as obras eram adjudicadas da forma correcta e legal, demonstrando-se quase "ofendida" com tal dúvida, já então pública, diga-se. Afirmou-o por várias vezes. Só após a Direcção-Geral de Finanças ter ameaçado constitui-la arguida ao ignorar mais do que um pedido de informação escrito, instaurou apressadamente um inquérito, de forma unilateral e ilegal, já que para tal não tinha competência legal, como neste blogue o demonstrámos e ela própria o admitiu ao trazê-lo caricatamente a ratificação, quase um mês depois, na mesma altura em que se concluía o dito 1º inquérito!
Mais do que Demagogia, é pura Mentira!

5.1.07

Espaço de Informação

O Orçamento e as Grandes Opções do Plano da Câmara Municipal de Silves foram reprovados na última Assembleia Municipal do dia 3. O mesmo não acontecera na reunião de Câmara de 20 de Dezembro, onde funcionou a maioria. Mas ficaram as declarações de voto do CDU e do PS que talvez ajudem a perceber o que se anunciava. Em uníssono, o que já se esperava, a Oposição (fica aqui a declaração de voto da CDU e do BE, as únicas que possuo) disse não a um Orçamento que teve tudo de unilateral, o contrário de participativo que é a forma democrática de trabalho e que vai sendo implementada por autarquias de todas as cores. É o Poder que temos.
Da Comunicação Social chegam os primeiros ecos do assunto: no Barlavento on-line e no Região Sul on-line (clique para ler).
Entretanto conheci mais um blogue interessante sobre o concelho, na área dos interesses e temática do Blogue do Vereador, este já com algum tempo, e que recomendo. Paulo Silva, colaborador do Terra Ruiva, é alguém que vale a pena ler. Aqui, e nas ligações laterais fixas, fica o endereço do Penedo Grande.
Finalmente, para os que gostam de se manter informados, dois grandes sites: primeiro o lançamento do Ecoline, um portal sobre Ambiente, uma base de dados que guarda memórias (fotos, filmes, notícias, infografias...) sobre este assunto desde 1900! Um magnífico repositório que agora está a dar os primeiros passos. Parabéns ao ISCTE!(e obrigado Carlos, pela dica); em segundo lugar, e para quem quer estar a par das notícias em todo o mundo, uma página que nos redirecciona para as primeiras páginas de jornais de todo o mundo (Portugal tem lá quatro) e outras coisas (obrigado Edmundo). Experimentem!

3.1.07

Reunião ordinária da Câmara - 04.01.2007

Ao contrário do que é habitual, realiza-se amanhã, quinta-feira, mais uma reunião ordinária da Câmara e que, por ser a primeira do mês, terá audiência ao público a partir das 10 horas.
Da Ordem de Trabalhos consta:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da Ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (33 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (3 itens);
  6. Assuntos Diversos (8 itens).

Continuação da Reunião da Assembleia Municipal (3.01.2007)

Será dada hoje, pelas 21 horas, no Salão Nobre da Assembleia Municipal, continuação à reunião da Assembleia Municipal.
Recorde-se que a reunião foi interrompida no dia 28 de Dezembro no ponto 3.10. (Orçamento e Plano para 2007- consulte-se Ordem de Trabalhos em post mais abaixo).

24.12.06

Reunião Ordinária da Assembleia Municipal - 28 de Dezembro de 2006

Realiza-se no próximo dia 28 de Dezembro, pelas 21 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Silves, mais uma sessão ordinária deste órgão, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1º Período - Audiência ao Público

2º Período - Antes da Ordem do Dia

3º Período - Ordem do Dia:

3.1. Comemorações dos "30 Anos de Poder Autárquico Democrático";

3.2. Análise e deliberação do Plano de Actividades e Orçamento da Assembleia Municipal para o ano de 2007;

3.3. Análise da situação da Sé Catedral de Silves;

3.4. Análise e deliberação da proposta para execução de cláusula de reversão do direito de superfície a favor do Município de Silves - SHUCH, Serviço de Utilização Comum dos Hospitais;

3.5. Deliberação de lista de membros propostos para integrar o Conselho Municipal de Educação;

3.6. Análise e deliberação da Carta Educativa do Concelho de Silves;

3.7. Análise e deliberação da Rectificação do Regulamento do Plano de Pormenor de Armação de Pêra;

3.8. Análise e deliberação da Proposta de Avaliação de Bens do Imobiliário Corpóreo sem valor de Aquisição ou Produção (valor zero) existentes à data da realização do Inventário Inicial;

3.9. Análise e deliberação da 1ª Revisão ao Orçamento de 2006;

3.10. Análise e deliberação do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Silves para o ano de 2007;

3.11. Análise do relatório de Actividades da Câmara Municipal referente aos meses de Outubro e Novembro de 2006;

3.12. Questões a colocar pelos membros da Assembleia Municipal à Câmara Municipal.

Espaço de Informação

Antes ainda do Natal, mais uma pequena actualização informativa, antes que deixem de ser notícia.

E, mais uma vez, um Bom Natal e um Feliz 2007!

21.12.06

Boas Festas e um Feliz 2007!


É o que desejo a todos os que me acompanham através da janela que é o vosso écrãn.

O Natal e o Fim de Ano é uma quadra que me traz sempre sentimentos contraditórios. Um pouco como os meus aniversários...

Mas ainda assim, não vos quero deixar sem um pequeno mimo, um presentinho de Natal: a compilação de todas as actas camarárias desta vereação à distância de um clique. Ficará sempre disponível na áreal lateral das Ligações.

Espero que apreciem e vos seja útil!

Entretanto, fica para breve o resumo das duas últimas reuniões de Câmara. Tenho ainda alguns presentes para comprar...

Ah! e fiquem sabendo: o Orçamento foi aprovado na Câmara, embora com os votos contra da Oposição. Só lá para dia 28 deste mês será levado à Assembleia Municipal.

19.12.06

Reunião Ordinária da Câmara - 20.12.2006

Realiza-se amanhã, dia 20 de Dezembro pelas 9.30 h, mais uma reunião do plenário municipal.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da Ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (43 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (1 item);
  6. Assuntos Diversos (29 itens).

Além do exageradíssimo número de itens constando dos pontos da Ordem de Trabalhos (para quem vai analisar e aprovar a proposta de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2007, o último ponto dos Assuntos Diversos, o que é, só por si, significativo!), pouco mais há a dizer sobre esta ordem de trabalhos, além do facto de trazer alguns pontos para deliberação de que não há qualquer informação (p.ex. Carta Educativa do Concelho). Mas sobre a reunião e outros pontos sensíveis da mesma, havemos de "postar", aquando do resumo.

17.12.06

As últimas actas

Disponibilizo agora as últimas actas que recebi dos serviços camarários. Nalgumas delas há pormenores sobre as posições da vereação quanto ao processo de inquérito realizado aos serviços camarários.
Mais uma vez chamo a atenção para o facto de o texto a vermelho que nelas por vezes surge corresponder a correcções da minha exclusiva autoria. Pelo facto de considerar mal redigidas as actas, incompletas quando me são disponibilizadas digitalmente, e ainda, por ser completamente impossível durante as reuniões verificar algumas das incorrecções do texto, e mesmo quando isso acontece ser quase sempre alegado pela Secretária, Drª Dina Baiona, que correspondem ao ocorrido, tomei a decisão de, a partir de agora, me abster sempre quanto à Aprovação das Actas.
Ainda assim, aqui ficam:

14.12.06

Reunião extraordinária da Câmara - 15 de Dezembro de 2006

Realiza-se amanhã, dia 15 de Dezembro, uma reunião extraordinária da Câmara, pelas 15 horas, cuja Ordem de Trabalhos é a seguinte:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Processos de Obras Particulares (3 itens);
  4. Assuntos Diversos (1 item).

Os processos em Obras Particulares trazidos a reunião são os que concernem a atribuição de camas remanescentes e previstas no actual PDM para os NDT do concelho (Núcleos de Desenvolvimento Turístico). Foram adiadas as deliberações a esse respeito na última reunião ordinária.

Nos Assuntos Diversos, vem a conhecimento (por certo não é para deliberação, pois recebi-a ainda hoje ao fim do dia), a Proposta das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2007. Peca por ser tardia a sua apresentação, o que obrigará a vereação e os membros da Assembleia a trabalho extra, em época festiva.

P.S. - Acta já disponível.

13.12.06

Espaço de Informação

Aqui fica mais um espaço de informação que diz respeito ao nosso concelho.
Sobre a recente decisão da UE em arquivar o processo contra a Barragem do Odelouca perante as "garantias" portuguesas de que não será usada senão para consumo humano, pode ler no Barlavento e no Diário de Notícias. As reservas dos ambientalistas quanto ao destino da água são expressas no Observatório on line e também no Barlavento e de algum modo sustentadas pelas declarações em sentido oposto do presidente da Associação dos Hóteis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas. No mesmo jornal regional podem conhecer as medidas minimizadoras do impacte ambiental propostas pelo Governo.
Entretanto, fica a notícia de que a Associação Almargem e In Loco irão provomer a via pedestre interior algarvia, a Algarviana, em várias sessões públicas pelo interior. A primeira terá lugar já no próximo dia 17, em Vale Fuzeiros, povoação que será destino também de um passeio pedestre que se inicia a partir do centro histórico de Messines (mais pormenores na página da Almargem). Ah!e para quem tenha medo de se perder, sempre pode ver o concelho em pormenor nas recém actualizadas Cartas Militares de Portugal publicadas on-line pelo Instituto Geográfico do Exército.
Finalmente, e para quem se interesse pelas nossas raízes culturais de matriz islâmica, a notícia no Barlavento do colóquio "Sufismo no Gharb al-Andalus" organizado pelo Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves, e que se irá realizar no Instituto Piaget em Silves, no próximo dia 16 pelas 16 horas.

10.12.06

Resumo da Reunião Camarária - 6 de Dezembro de 2006

Realizou-se, no passado dia 6 de Dezembro, mais uma reunião ordinária da Câmara que teve a seguinte Ordem de Trabalhos:
  1. Aprovação da Acta;
  2. Informações;
  3. Antes da Ordem do Dia;
  4. Processos de Obras Particulares (34 itens);
  5. Processos de Obras Municipais (2 itens);
  6. Assuntos Diversos (12 itens).

Tratando-se da primeira quarta-feira do mês, iniciou-se a reunião pelas 10 horas com o período de audiência ao público, o que efectivamente não aconteceu, dado não estarem presentes quaisquer munícipes! E há quem se queixe...!

No período reservado às Informações a senhora Presidente trouxe alguns assuntos, muito embora continue em falta com a maioria do que lhe foi por mim solicitado desde há muito tempo. Refiro-me ao pedido de esclarecimento complementar sobre os contratos de factoring pela autarquia realizados (data de contratação, data de finalização, instituições bancárias e pormenores contratuais, o que é fundamental agora que se irá analisar o próximo orçamento e os compromissos que a autarquia tem pendentes), refiro-me aos termos do protocolo que se pretende celebrar com o proprietário do terreno junto à Cruz de Portugal e onde a autarquia já realizou obras(!), à informação sobre o que se passa realmente com a não abertura do parque de estacionamento ribeirinho (vedado por aquele "curral de cabras" que ora cai, ora se levanta), sobre se já deu ou não resposta ao abaixo-assinado da concelhia do PCP àcerca das tarifas da água, enfim, refiro-me à cópia do plano de pormenor e informações enviadas à Secretaria de Estado do Turismo sobre o projecto do "Atlantis Park" no Algoz. Sobre isto, nada, reunião após reunião sucedem-se as desculpas esfarrapadas, pior, o péssimo trabalho de casa e de preparação das reuniões, pois o que dá ideia é que nem apontam o que se lhes pede, mesmo havendo secretária redigindo a acta. Só visto!

Mas voltemos às informações da Srª Presidente. E aqui fica o primeiro apontamento cómico. A senhora presidente pergunta aos vereadores permanentes se traziam, conforme lhes fora pedido, sugestões para integrar o próximo Orçamento. Pedido? exclamaram quase em uníssono os "não permanentes". Mas como, se ninguém recebera nada. Difícil seria, pois a dita carta encontrava-se na pasta que no início de cada reunião é distribuída e contém o Resumo Diário de Tesouraria bem como a folha de presença! Vergonha, mas com pedido de desculpas. São pormenores. Foi de seguida distribuída, ou verbalmente dada, informação sobre diversos assuntos: verbalmente, sobre o início do processo disciplinar no dia 20 de Novembro pelos instrutores nomeados, embora ainda não fosse informado ou esclarecido como foi dada resposta ao que estes pediram em ofício à Câmara; ainda verbalmente, sobre ofício da IGAT que mal compreendi já que não me foi dada cópia, e a presidente não prima pela clareza, diga-se; se bem entendi a IGAT "desmarca-se" da situação do inquérito ou então acusa a recepção da participação da autarquia (pedi cópia do mesmo, mas nem isso se deu durante a reunião); foi dado conhecimento da presença da Polícia Judiciária na autarquia no dia 29 de Novembro e quando pedi esclarecimentos e cópia do mandato de busca e do auto de apreensão foi-me dito pela presidente que isso estaria em segredo de justiça! Protestei, é claro, mas qual é o segredo de justiça que não me permite ter cópia de um mandato de busca (segundo parece, ninguém o viu!) que viabiliza buscas feitas em instalações da câmara onde sou vereador; e dum auto de apreensão que somente faz inventário do que foi apreendido para investigação pela PJ nas instalações que são de todos nós?! Trata-se de segredo de justiça? Fica bem claro o que se entende por segredo de justiça e como serve para alguns! Enfim, face aos argumentos, a presidente ficou de saber se podia disponibilizar os referidos documentos (bem posso esperar!). Segunda-feira lá estarei para ir buscá-los.

Entretanto, outra informação é a notícia que a Presidente me deu: já não sou vereador substituto, mas de corpo inteiro, já que ao pedido de suspensão do Dr. Francisco Martins não correspondeu, após o prazo de 365 dias, um pedido de prorrogação e, assim, este terá renunciado ao mandato. Agradeço a informação.

Foram ainda distribuídos pareceres da ANMP e da AMAL respeitantes (e críticos) à nova Lei das Finanças Locais, ofício do IPPAR referente ao condicionamento do uso da Sé dado o mau estado da cobertura, ofício do Ministério das Obras Públicas sobre um pedido de agendamento de reunião feito pela Presidente e que desde logo adianta quanto ao desinteresse do governo pela implementação das circulares de Silves e Alcantarilha, bem como das obras de beneficiação da ponte (nova) sobre o Arade (eles já viram bem como está?). Foi ainda informado que foi passada procuração ao escritório de advogados de Lisboa, a PLMJ, para que avançassem com a queixa sobre quebra do sigilo no caso da divulgação pública do relatório de inquérito, na sequência da notícia do Público. Informou ainda a Presidente que, estando a ser preparado o orçamento para 2007, haverá necessidade de agendar reunião extraordinária para a semana que agora entra. No entanto, e por se deslocar a Marrocos (Rabat) a convite do embaixador desse país (embora não dissesse para quê!), ficará para mais tarde uma definição mais precisa da data.

Entrados no período de Antes da Ordem do Dia, a senhora presidente trocou-nos pela inauguração de um espaço na cidade (também não soube explicar o que era) que, segundo depois soube, terá algo a ver com a protecção de menores (e com todo o respeito por essa inauguração para a qual, pelos vistos, só foi convidada a Presidente, e na qual se poderia ter feito representar, direi que por aqui se vê o respeito que merecem à senhora presidente as reuniões camarárias. Aliás, em boa verdade se diga que, dos membros de toda a vereação, deverá ser o que tem mais faltas às reuniões, que a própria convoca, ultimamente nem se fazendo substituir!). Mas recomecemos. A vereadora Lisete Romão apresentou pedido para que fossem informados quais os valores implicados, e o cabimento orçamental do contrato com o já referido escritório de advogados da capital. A presidente, primeiro dizendo que já o havia trazido, foi por mim esclarecida de que o que havia trazido era o parecer do mesmo relativo à obrigatoriedade de pagamento dos factorings ao BCP, não o conhecimento da relação contratual existente entre a autarquia e este conhecido escritório, onde pontuam António Maria Pereira, José Manuel Júdice, Morais Sarmento, entre outros (de onde é que eu já conheço estes nomes?!).

O Dr. Fernando Serpa voltou a referir a necessidade de alteração de procedimentos administrativos, quanto ao licenciamento de obras que pode ser avançado previamente à aquisição de registo, manifestando a presidente quanto a isso acordo e tendo informado que tinha sido pedido parecer jurídico. Perguntou ainda sobre o início da discussão do Orçamento, assunto que já esclarecemos atrás. Pediu, aliás, exigiu ainda que o processo de Auditoria lançado pela Câmara sem conhecimento à vereação (o que já motivou da minha parte vários protestos) seja trazido a reunião, assunto em que não posso estar senão de acordo. Senão vejamos: a auditoria resultou de uma deliberação camarária (11 de Agosto); foi lançado concurso em 17 de Outubro, publicado a 20 de Outubro no DN; as propostas deveriam ser abertas em 6 de Novembro, segundo diz o próprio anúncio. Sabem os vereadores quem são os candidatos a concurso, sabem os vereadores alguma coisa mais? A maioria permanente não se deu ao trabalho de informar. Foi preciso que eu levasse uma cópia do jornal para que os vereadores do PS tivessem conhecimento. Mas agora exigi que me trouxessem uma cópia do Edital que, segundo a lei, deveria ter sido colocado em local público do edifício camarário.

Em continuação, a Drª. Lisete Romão repetiu o pedido já feito quanto ao custo envolvido nos fatos que são usados na Feira Medieval (isto depois de na última reunião perguntar por que não eram emprestados ao GRUTA), ao que o vereador Rogério Pinto respondeu não ser possível prestar tal informação, até pelas dificuldades actuais dos serviços quanto à preparação do orçamento. Perguntou depois pela abertura do ex-matadouro, ao que lhe respondeu o vice-presidente dizendo que agora não há constrangimentos à sua abertura, contudo problemas de pessoal, o que também é verdade para o Teatro e para a Biblioteca. O facto do Dr. Rogério Pinto dizer que agora a Câmara pode tomar posse administrativa do edifício, sem referir os compromissos assumidos com outro(s), desencadeou declaração da Drª Lisete que foi respondida com a correcção por parte do Dr. R. Pinto de que as outras duas instituições também o poderão usar logo que se formalizem os protocolos.

Na sequência da referência pela vereadora do PS da questão do Parque de Estacionamento ribeirinho tomei a palavra para dizer, em resposta a uma explicação frouxa (o empreiteiro não cumpre, há trabalhos por terminar, têm obras noutros sítios...) que o que devia ser dito era que a câmara (o Polis) não pagava, por isso não lhe entregavam as obras. É o que tem acontecido em todas as outras que, aparentemente acabadas, aí estão, à espera para funcionar. E mais, cabia ao Polis o dever de informação aos munícipes sobre aquela vergonhosa situação de espera. Para isso se comprometeram inicialmente a publicar boletim (?), a realizar website (?)... Nas vésperas das eleições não tiveram pruridos em colocar um outdoor e editar um flyer, profusamente distribuído pela cidade, onde davam notícia da inauguração do parque no dia das eleições (o outdoor ainda lá está à entrada da cidade!). Por que não o fizeram agora quando todos perguntam e querem explicações sobre o "curral de cabras", ainda fechado??! O silêncio tive como resposta. Entretanto, já não sei a que propósito, tivemos mais uma emocionada declaração do vereador Domingos Garcia a propósito do inquérito em curso, no mesmo sentido em que já se pronunciara na Assembleia Municipal. É incontestável a honestidade com que o faz. Mas também é claro, que não diz tudo o que sabe sobre de quem é a responsabilidade na adjudicação directa dessas obras e no seu desdobramento em múltiplas facturas. Esperemos que em sede de processo disciplinar, do qual depende a carreira de alguns funcionários públicos (não de políticos), alguns provavelmente seus amigos, não se fique por declarações tão vagas...

Enfim, apresentei ainda o meu protesto pela falta da entrega da documentação já requerida e que no início enunciei, enquanto o vereador Fernando Serpa ainda chamou a atenção para o estado da ponte na Foz do Ribeiro que requere atenção imediata, para a perigosa colocação da passadeira e baldes do lixo junto à bomba Galp (Nascente) de Silves e, mais uma vez, requerindo relatório pormenorizado sobre a situação da ETAR da bomba de gasolina da BP na IP1 e, caso se justifique, o seu encerramento imediato.

Depois, já nos Assuntos Diversos, mais uma abstenção da Oposição quanto a mais uma alteração às Grandes Opções do Plano e Orçamento, o adiamento (por ausência da Presidente) do Regimento Interno da Câmara (será que ainda é aprovado durante este mandato?), a aprovação do Regulamento de Autorização Municipal para Instalação de Antenas de Telecomunicações, os projectos de Protocolos de Cooperação no Âmbito do Desenvolvimento Desportivo e a ratificação pela Câmara das correcções ao Plano de Pormenor de Armação de Pêra que, pedidas em Setembro de 2005 pelo Governo, só agora estão prontas(!). Mais curioso, quando há meses atrás perguntámos à Presidente o porquê da demora na publicação deste Plano (essencial para salvar o que resta de Armação) respondeu-nos que o atraso era do Poder Central que não o publicava em Diário da República. Ficamos agora a saber porquê! É claro que, tal como já anteriormente fizera, fiz declaração em que manifestei o meu protesto por mais uma vez ter sido "mal informado" (desculpem o eufemismo) pela Presidente. E por aqui me fico...

P.S. - Acta já disponível.

8.12.06

Enfim descansados, temos candidato...!

E com apoios, da comunicação social. Teve direito a "prime time" nos telejornais. Um dos trabalhos jornalísticos entretanto saídos e que me impressionou foi o que li hoje de Helder Nunes, director do Barlavento. Sobretudo nesta parte final: "(...) O que ele, neste momento, está a fazer é, a longo prazo, mostrar-se ao concelho de Silves, assumir-se publicamente como um crítico da actual governação e demonstrar, porque certamente vai fazê-lo em todas as colectividades e locais de reunião pública, que a política pode ser feita de forma a que as pessoas acreditem naqueles que os representam, que deixem de se desinteressar da coisa pública e que passem a acreditar que a justiça vai repor a legalidade.(...)". Parece explicação própria de mandatário, mas que se saiba Helder Nunes é só, e ainda, director do Barlavento. Enfim, pode ser, somente, solidariedade corporativa...
Mas para terminar fica aqui a grande informação, que Helder Nunes teve o pudor de não dar: Carneiro Jacinto abriu um Blogue: ServirSilves. Visitem-no...

4.12.06

Reunião de Câmara - 6.12.2006

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 6, pelas 10 horas, mais uma reunião camarária com período de audiência ao público.
A Ordem de Trabalhos, e os destaques habituais, serão disponibilizados em breve.
P.S.- Melhor, por falta de tempo antes da reunião, o que será muito em breve disponibilizado será a O.T. e o resumo da reunião, entretanto ocorrida.

Espaço de Informação (actualizado)

  • PJ faz buscas na Câmara de Silves (leia no Portugal Diário) e no Diário de Notícias (edição em papel, pg. 30).


  • E já hoje, dia 6, volto a utilizar este espaço informativo para destacar o editorial de Conceição Branco no Observatório on-line (com as ressalvas à referência ao Tribunal de Contas, que só podem ser lapso, para a consideração quanto às "conclusões do rigoroso inquérito interno" e quanto à ambiguidade quando se refere ao(s) vereador(es) "(...) que esta sacrificou um peão menor no xadrez político, para não assumir responsabilidades políticas que inequivocamente lhe competiam, o que é um sinal de mau carácter."

  • Outra notícia refere-se à Rede nacional de cuidados integrados, em Silves protocolada com a Misericórdia, e a ler no Barlavento on-line.



    Num registo totalmente diferente, mais cultural, faço divulgação da estreia no dia 9 de Dezembro de um novo trabalho teatral do Gruta (veja aqui notícia no Região Sul on-line) e da exposição "O Figura", organizada pelo sector de Juventude da C.M.S. no Espaço Internet em Silves (leia no Região Sul on-line).
    E para terminar, um apelo solidário: os Bombeiros Municipais de Silves precisam de (só) mais 3300 € para adquirir uma ambulância, o que em muito os ajudará nos crescentes serviços para as urgências dos hospitais regionais ou em Lisboa (leia, veja os contactos, e ajude consultando o artigo em inglês do The Resident).

3.12.06

As actas....

E aqui ficam as actas das reuniões de câmara referentes a finais de Agosto e Setembro, tal qual conforme as recebemos (qualquer pormenor por nós corrigido, e alguns de menor importância simplesmente ignoramos, é assinalado a vermelho).

- Acta da reunião camarária de 30 de Agosto de 2006
- Acta da reunião camarária de 13 de Setembro de 2006
- Acta da reunião camarária de 20 de Setembro de 2006
- Acta da reunião camarária de 27 de Setembro de 2006

1.12.06

New Look

Novo visual, após a mudança para o novo Blogger Beta.
Espero que aprovem. Mas aceitam-se sugestões nesta fase de mudanças.