4.10.07

Ecos da Manifestação

Sic/Lusa
Da manifestação que a Comissão de Moradores de Vale de Fuzeiros hoje promoveu em Lisboa, às portas da REN, ficam as ligações para algum eco que entretanto surgiu na comunicação social:

- No Correio da Manhã, dando notícia da manifestação que ainda não ocorrera.

- Na Rádio Renascença, dando voz à Direcção-Geral de Saúde (DGS) que é capaz de garantir (?) que não existem provas científicas que relacionem as radiações emitidas por linhas eléctricas de muito alta tensão com possíveis efeitos para a saúde humana.

- No Observatório on-line, uma pormenorizada descrição com vários testemunhos pessoais de moradores de Vale Fuzeiros. Nos vídeos do Sapo, algumas imagens da manifestação.

- Na SIC, a notícia de que a próxima acção dos moradores será o recurso à providência cautelar (também em vídeo), confirmada pelo Diário de Notícias.
- Finalmente, no Telejornal da RTP1, em formato vídeo WMV, a partir dos 8.40 m, as declarações do presidente da REN e as imagens da manifestação frente à REN, onde pontuaram os presidentes das Juntas de Freguesia de Messines e Silves que patrocinaram os dois autocarros alugados que levaram os munícipes a Lisboa.
P.S. - Depois de uma ronda pelos blogues concelhios, surpreende o silêncio sobre este assunto, quando há vizinhos nossos na rua protestando. Bláblá, blablá, mas cada um na sua capelinha e desde que não toque no meu quintal, na minha freguesia, nos meus interesses...Pois é, assim não vamos lá, está a faltar alguma solidariedade concelhia, no mínimo, já que há conterrâneos nossos a passar um mau bocado e a dar o corpinho ao manifesto numa luta desigual!
Entretanto, outros que nem de cá são, vão destilando a sua indignação!!
P.S. - Hoje, dia 8 de Outubro, posso felizmente corrigir este desabafo/provocação: sobre este assunto já se pronunciaram o Penedo Grande, os Irredutíveis Serrenhos e o Cidadania.

28.9.07

Espaço Informativo (actualizado)

Deixo ficar referência a alguns dos eventos ou notícias sobre o nosso concelho,
já com actualização em 1 de Outubro :
Até à próxima quarta-feira decorrem as inscrições para a X Subida Internacional do Rio Arade em Canoagem que se realiza no sábado, dia 6 de Outubro (vejam pormenores no Região-Sul).
- Quinta-feira, dia 4 de Outubro, pelas 10 horas, está prevista, e suportada por transporte de aluguer, uma deslocação a Lisboa de todos aqueles que se pretendam manifestar e solidarizar com a luta dos munícipes contra o traçado da linha de muito alta tensão pelo nosso concelho (mais informações pela Comissão de Moradores de Vale Fuzeiros através do telem. 965012305 e, agora no Barlavento on-line de dia 3 de Outubro).
- Também no dia 4, pelas 21.00 horas, no adro da Igreja Matriz, a Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines convida a assistir à peça de teatro "O Processo do Guerrilheiro", pelo grupo de teatro Penedo Grande. No dia seguinte, 5 de Outubro, realiza-se uma conferência pelo Professor Doutor António Monteiro Cardoso sob o título "A Guerra Civil e a Guerrilha do Remexido", pelas 21.00 horas, na sede da Junta de Freguesia.
- Em homenagem ao Dia da Música que se comemora hoje, mas não só por isso, também por ser um local do meu especial agrado, fica a informação do programa musical de fim-de-semana neste belo espaço do Café Inglês, ao castelo:
Sexta 05 Outubro às 20h30 - Tuniko Goulart a solo
Sábado 06 Outubro às 20h30 - Hoedy´s Jazz Laundry
Domingo 07 Outubro às 15h. - Cristina Afonso Band
blues, ballads & jazz
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- Amanhã, pelas 6.00 h da manhã no Centro Cinegético, estarão os voluntários que a Associação Viver Serra conseguiu reunir para realizar o censo dos veados (Cervus elaphus) existentes na Serra de Silves.
- Amanhã também, na Sala de Colóquios do Museu Municipal de Arqueologia, inicia-se o curso de formação dirigido por Santiago Macias (Mértola) sobre Arqueologia e Urbanismo no Gharb al-Andalus e que decorre entre 28 e 29 de Setembro de 2007.
- No dia 6 de Outubro realiza-se a X Subida Internacional do Rio Arade.
- Nos dias 25 a 27 de Outubro de 2007, na Fissul, o 5º Encontro de Arqueologia do Algarve.
- Na Igreja da Misericórdia de Silves continua patente a exposição fotográfica "Perspectivas".
- Do director do jornal Barlavento, Helder Nunes, a opinião sobre a situação da passagem da alta tensão no concelho.
- No Barlavento on-line, a notícia de uma iniciativa filatélica conjunta por parte de Portugal e Marrocos, tendo como tema a interacção cultural. O selo a lançar em Marrocos apresenta o Castelo de Silves.
- No dia 13 de Outubro, sob o mote “Poder Político e Sociedade Civil” e “Sociedade Civil”, a Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-Cultural de Silves (AEDPHCS) realiza a sétima edição das suas jornadas no Auditório do Instituto Superior Jean Piaget de Silves.
- Em Messines, enquanto se mantem a exposição sobre o Remexido, teremos a peça de teatro "O Processo do Guerrilheiro", pelo grupo de teatro Penedo Grande, no dia 4 de Outubro, pelas 21 horas, no adro da Igreja Matriz; e no dia 5 de Outubro, uma conferência pelo Professor Doutor António Monteiro Cardoso, "A Guerra Civil e a Guerrilha do Remexido", pelas 21 horas, na sede da Junta de Freguesia.
- Pela forma como a maioria camarária tratou o caso de Vale Fuzeiros, temos a notícia da queixa apresentada pelos vereadores do PS à IGAT (Barlavento on-line).
- E para terminar, uma daquelas notícias provavelmente saídas do gabinete de Imprensa da CMS, que primam pela "velocidade", já que são notícia ainda antes de serem aprovadas pelo órgão executivo, isto é, pelo plenário camarário. Publicada no Barlavento on-line no dia 25, foi colocada a deliberação e aprovada na reunião dia 26. Pormenores, dirão alguns, "falta de chá" ou de curialidade política, diria eu.

25.9.07

Reunião Ordinária da Câmara Municipal - 26.09.2007

Realiza-se amanhã, dia 26 de Setembro, mais uma sessão plenária da Câmara Municipal. Embora não sendo a primeira do mês, é pública por força da lei, já que da Ordem de Trabalhos consta a aprovação de dois Planos de Urbanização de Núcleos de Desenvolvimento Turístico (NDT da Vila Fria e Quinta do Paço) já colocados a discussão pública.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
1. Aprovação da acta;
2. Informações;
3. Antes da Ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares (43 itens);
5. Processos de Obras Municipais (9 itens);
6. Assuntos Diversos (22 itens).
Muitos assuntos, alguns deles já pendentes. Entre as Obras Municipais, mais alguns pedidos de prorrogação de prazos para as obras do Polis no Castelo (agora para 30 de Novembro), tendo na sua maioria (2 em 3) como base a morosidade dos trabalhos arqueológicos ali realizados, mesmo quando se tratam já de Betões e Revestimentos! Enfim, costas largas tem a arqueologia em Silves. Depois, contas ainda para trabalhos a mais não pagos no Mercado de Alcantarilha, contas de trabalhos para reposição de pavimentos por obras de saneamento básico entre o Monte da Jóia e Silves (primeiro adjudicados à Viga d'Ouro e, quiçá, já englobados em pagamentos por factoring, e agora realizados por outra empresa que também factura). Já nos Assuntos Diversos, saúde-se as propostas de classificação de vários edifícios referenciais de Silves, já apontados em 1995 (pelo PDM) para classificação como Imóveis de Interesse Municipal: o edifício do Antigo Colégio (Largo D. Jerónimo Osório, nº 18), a Casa Figueira Santos, à Praça Al-Mutamide, e a Casa Vasconcelos, frente à Câmara. Muitas outras, por todo o concelho, merecem também atenção particular, antes que seja tarde. Fica também a informação das propostas referentes ao mercado mensal deste mês (suspenso), justificando-se com a necessidade dos trabalhos preparatórios da Feira de Todos-os-Santos, que se propõe entre os dias 31 de Outubro e 4 de Novembro. Outro assunto de interesse é o relatório final do júri do Concurso para Transportes Escolares, remetido para despacho no dia 18 do corrente (as aulas no 1º ciclo começaram no dia 13!) e presente a deliberação no dia 26. Mais propostas de alteração ao Orçamento e Plano, mais uma Resolução Fundamentada para encaminhar para o Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé de modo a continuar a utilizar o espaço do ex-Matadouro, agora Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica de Silves. Finalmente, vale a pena referir a anacrónica proposta da Presidente com data de 12 de Setembro, e que inexplicavelmente não foi apresentada na reunião desse dia, que em resumo propõe qualquer coisa de inominável: reuniões com o senhor Presidente da REN e o senhor Ministro da Economia, com toda a vereação presente mais os representantes da população afectada pela linha de Alta Tensão que passa perto de Vale de Fuzeiros. Anacrónica proposta pelo seu timing, despropositada porque estaria dentro das suas competências calendarizá-la. Manobra de pura demagogia política de quem, nem tem estado disponível para estar presente ao lado de quem se tem vindo a manifestar. Quando, e é sabido, a REN se prepara, provavelmente com o beneplácito da Agência Portuguesa do Ambiente, para voltar ao pior trajecto (poucos metros a Sul de Vale Fuzeiros) com base num abandonado ninho de águia "descoberto" no, só um pouco mais favorável, traçado norte. E assim vai este concelho...

Reunião Ordinária da Assembleia Municipal

Realiza-se quinta-feira, dia 27 de Setembro, uma sessão ordinária deste órgão, pelas 21 horas no Salão da Junta de Freguesia do Algoz.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
1º Período
Audiência ao Público
2º Período
Antes da Ordem do Dia
3º Período
Ordem do Dia
3.1. Eleição do 1º Secretário;
3.2. Análise e deliberação da proposta de Alteração da Estrutura e Organigrama dos Serviços Municipais e respectivo Quadro de Pessoal;
3.3. Análise e deliberação da Proposta para Constituição do Direito de Superfície sobre o prédio urbano sito no lote 12, Enxerim, Silves, a favor do Grupo Desportivo e Cultural do Enxerim;
3.4. Análise e deliberação das Regras do Cerimonial do Município de Silves - Relatório Final;
3.5. Eleição do representante da Assembleia Municipal na Comissão de Protecção a Crianças e Jovens de Silves;
3.6. Análise e deliberação sobre Proposta de Alteração do Regulamento Municipal de Taxas e Licenças - Remoção de Veículos e Alteração de Depósito de Veículos Removidos;
3.7. Análise e deliberação sobre Aditamento ao artigo 1º e Alteração do artigo 52º, nºs 1 e 2 da Tabela Municipal de Taxas e Licenças;
Análise do Relatório da Actividade da Câmara Municipal referente aos meses de Junho, Julho e Agosto de 2007;
3.8. Questões a colocar pelos membros da Assembleia Municipal à Câmara Municipal.

23.9.07

Buzinão



O Dia Europeu Sem Carros em Silves acabou por ser dia de grande afluência de carros à cidade, grandes engarrafamentos, não fosse o local do protesto marcado pela manhã pela Comissão de Moradores de Vale Fuzeiros. Da classe política local, estiveram presentes os presidentes das juntas de freguesia de Messines e Silves, e o vereador que agora escreve. Muito pouco, para quem escreve, fala, telefona e, retoricamente, diz apoiar a população em luta. Pode não ser a forma de luta e protesto mais consequente, mas é a primeira e mais genuína. Vir à rua dizer não e dar aos outros conhecimento disso. Por isso lá estive. E, sempre que possa lá estarei!

Dos outros desenvolvimentos de bastidores não sei, de consultas "públicas" que não conheço não posso pronunciar-me...

Sei que os moradores estavam lá, e em protesto. Isso basta-me!
Ecos do evento no Correio da Manhã.

19.9.07

Reunião Extraordinária da Câmara - 20.09.2007

Fui surpreendido pela convocatória de uma reunião extraordinária da câmara para amanhã.
Há necessidade evidente e urgente de aprovação das alterações à tabela municipal de taxas e licenças (aprovadas em reunião de 26 de Abril passado) e que estiveram em inquérito público depois da publicação do aviso no Diário da República, nº 151, 2ª série do dia 7 de Agosto.

Aqui fica a Ordem de Trabalhos que me chegou:
2. Informações
6. Assuntos Diversos
6.1. Tabela Municipal das Taxas e licenças - Aditamento ao artigo 1º e alteração do artigo 52º, nºs 1 e 2.

Aproveito para deixar ainda algumas novidades:
No próximo sábado, dia 22 realizam-se duas caravanas/protesto a partir de Silves:

- Uma, iniciativa da Comissão de Moradores de Vale Fuzeiros, tem a sua concentração na zona do Tribunal/Cruz de Portugal pelas 10 horas e pretende manifestar o descontentamento de todos os que não concordam com o despropositado traçado da linha de alta tensão na freguesia de Messines (já com notícia no Barlavento on-line). Considerando que se trata do Dia Europeu sem Carros, a que a autarquia aderiu (veja-se programa oficial), está sobremaneira condicionada a deambulação desta marcha lenta pelas principais ruas de Silves (veja mapa das ruas interditas ao trânsito aqui).
Entretanto, e já hoje, dia 20, ficamos também a saber pelo Barlavento on-line que os vereadores do PS irão apresentar uma queixa contra Isabel Soares à IGAT pelo "desaparecimento" do resumo não técnico do Estudo de Impacte Ambiental enviado para a autarquia (notícia reservada a assinantes).
É mais uma, a somar, talvez para um dia vir a figurar no livro de recordes do Guiness!

- A outra, que terá lugar (embora não possa de momento assegurar) no mesmo local, realiza-se logo após a hora do almoço (creio que pelas 14.30), e é motivada pelas deterioradas condições do Serviço Nacional de Saúde no concelho de Silves, ultimamente agravadas para os utentes e para os Bombeiros desde o encerramento do SAP.

13.9.07

Alta Tensão nas Passadeiras


Ao contrário do que noticia o Barlavento (leia-se mais abaixo a notícia) estive ontem nas Passadeiras, freguesia de Messines, num gesto de solidariedade com a população afectada pela passagem da linha de muito alta tensão da Rede Eléctrica Nacional (REN). Esta empresa pública, por enquanto, tem uma obra legalmente licenciada (ainda que em REN, o que não é para todos), nós sabemos, por pura incompetência e laxismo desta maioria instalada na Câmara. Mesmo estando a obra licenciada, não é de todo isenta de críticas a actuação da REN. E porquê? Primeiro porque, e segundo sei, mantinha com a autarquia negociações de forma a conciliar interesses e a salvaguardar uma posição de equilíbrio após a reacção da população local, maioritariamente de Vale de Fuzeiros; segundo, porque perpetrou ontem uma invasão de propriedade privada, por não se ter concretizado a expropriação ou a posse administrativa do local onde estava a implantar o poste de alta tensão. Estavam lá duas das co-proprietárias entre os manifestantes, e isso corroboram. Eu sei, por experiência própria, que qualquer autorização que recaia sobre propriedade privada é dada pelo conjunto dos co-proprietários, às vezes mesmo pelo cônjugues. Neste caso, dois dos três co-proprietários eram alheios à situação! Tanta coisa sobre a invasão da propriedade privada na Lameira, e agora...

Mais, estranho o silêncio de hoje da RTP1 e da TVI que lá estiveram ontem, e a tudo assistiram e filmaram, inclusivé à desproporcionada reacção das forças da ordem (GNR) quando os manifestantes se quiseram aproximar um pouco mais do local dos trabalhos. Enfim, aqui temos a força da lei, do designado interesse público, a funcionar sobre o interesse privado. Invertem-se as situações, invertem-se as opiniões...

Merecem o nosso apoio e total solidariedade estas populações. Não por demagogia política, mas por simples respeito às razões que lhes assistem. Nunca sobre este facto foram auscultados (no tempo próprio), conforme a lei prevê, e quando a bomba rebentou, desta maioria só tiveram promessas e pensos rápidos que em nada adiantaram em seu favor. A Presidente que sempre se manifestou perante eles solidária, não esteve ontem lá presente, ainda que avisada. Veremos o que faz quando o mesmo acontecer nas terras que são propriedade da autarquia, a Herdade de São Bom Homem. Recordo que existe uma proposta aprovada por unanimidade em sessão de câmara (mérito do Dr. Fernando Serpa) que manifesta a intenção da autarquia não permitir quaisquer obras nos seus terrenos e avançar para litigioso perante expropriação ou posse administrativa por parte da REN. Que sirvam para alguma coisa as dispendiosas assessorias jurídicas da autarquia que - não se percebe porque não! - já poderiam estar a prestar apoio jurídico a estas pessoas.

Isto não vai com telefonemas ao Dr. Medeiros, nem com marcações de entrevistas por fax ao senhor ministro. Isto só tem resolução satisfatória para a população local com a manutenção da sua união, da sua luta, e do envolvimento de mais protagonistas nesta batalha. Porque, e termino, há alternativas a este estúpido traçado!!!

Deixo-vos com uma cópia do artigo saído no Barlavento-on line, mas que não está à consulta geral. Acho que, como fiel assinante, o Barlavento não se aborrecerá se aqui o divulgar.


Moradores de Vale Fuzeiros tentam impedir obras da REN «não autorizadas»

«Alta tensão não» ou «A nossa vida não está à venda» foram algumas das palavras de ordem que dezenas de moradores portugueses e estrangeiros das zonas de Vale Fuzeiros, Vale Bravo, Abroteais e Bica, no concelho de Silves, gritavam, esta quarta-feira, em protesto contra obras da Rede Eléctrica Nacional (REN).
Durante toda a tarde, os moradores não arredaram pé para tentar impedir as obras de instalação de um poste de muito alta tensão num terreno privado, na zona da Bica. Nem a chuvada de mais de uma hora os desmobilizou.Maria Emília e Maria João Cabrita, irmãs e herdeiras desse terreno, garantiam que não deram qualquer autorização para os trabalhos. «Este terreno é nosso. Isto é uma violação do direito à propriedade privada. Sabemos que o traçado está licenciado, mas é diferente de invasão da propriedade privada. A REN poderá utilizar as duas figuras jurídicas que existem, ou seja, a expropriação ou a posse administrativa, mas ainda não o fez», explicaram ao barlavento.online. Perante tal situação, proprietárias e dezenas de moradores protestaram contra a actuação da REN, que já tinha aberto um enorme buraco para instalar o poste de alta tensão. Os manifestantes queriam impedir a passagem de um camião transportando betão para construir a sapata de suporte do poste.«Estamos aqui hoje, moradores desta zona, para impedir estes trabalhos que são ilegais e invadiram propriedade privada», dizia Sérgio Santos, da comissão de moradores de Vale Fuzeiros. Os moradores afirmam-se muito indignados com a escolha do traçado Sul, que passa junto a dezenas de habitações, quando, afirmam, até existe uma alternativa possível. «Nós apresentámos, no dia 2 de Julho, um traçado alternativo à REN, que passaria mais a Norte e que não prejudicaria ninguém. Este traçado prejudica as populações, porque vai atravessar as localidades de Abroteais, Bica, Vale Bravo e Vale Fuzeiros», afirmou Sérgio Santos.GNR tentou desmobilizar manifestaçãoA GNR foi informada da manifestação e esteve no local, para tentar desmobilizar os moradores que se haviam colocado na passagem dos camiões. Durante vários minutos, a Guarda Nacional Republicana falou com a proprietárias.«A GNR disse-nos que vão mandar avançar os camiões porque existe um licenciamento para a obra», contavam as proprietárias. Ao que o barlavento.online apurou no local, apesar das anteriores promessas da presidente da Câmara de Silves Isabel Soares de apoio à contestação dos moradores, a verdade é que a Câmara de Silves atribuiu licença aos trabalhos da REN.Da parte da empresa representante da REN, nem uma palavra. «Não presto declarações. Não estou autorizado», disse ao barlavento.online o engenheiro responsável pela obra. «Os senhores são autoridade local, mas legalmente não têm documentos que dêem direito a prosseguir a obra. Essa legalidade passaria pela expropriação ou tomada de posse administrativa do terreno pela REN, o que não aconteceu», disseram as proprietárias à GNR. Volvidas mais de duas horas de impasse e muita conversa, a GNR mandou avançar o camião, mas antes foi pedido aos moradores mais afectados pela situação que dessem a sua identificação às autoridades. No entanto, embora as proprietárias tivessem acatado a decisão das autoridades, as dezenas de moradores continuaram o seu protesto e não arredaram pé.«Daqui não saio, daqui ninguém me tira» podia ouvir-se entre a multidão. Somente às 18h30, e depois de muitos empurrões da GNR, os populares deixaram passar o camião. Mas fizeram-no contra vontade, porque, mais do que indignados com as obras em terreno particular, os moradores estão preocupados com a sua saúde e bem estar. «Não concordo com este traçado. A linha passa mesmo por cima do meu terreno. Estas linhas de muito alta tensão, além de serem prejudiciais à saúde, desvalorizam os terrenos e não somos ressarcidos por isso. Estão a passar por cima dos meus direitos enquanto cidadã», desabafou Ana Neves, da freguesia de São Bartolomeu de Messines. Nos próximos dias, garantiram as proprietárias do terreno onde a REN já começou as obras alegadamente sem autorização, «vamos procurar aconselhamento jurídico junto do nosso advogado e da comissão de moradores de Vale Fuzeiros» para resolver esta situação. Indignação contra REN continua a crescer«As linhas vão passar mesmo junto à nossa casa. Nós investimos todo o nosso dinheiro, poupanças de uma vida, e decidimos viver no Algarve por ser um sítio calmo e bonito. Agora sentimo-nos traídos porque a nossa propriedade desvalorizou para metade. Já temos uma certa idade e não podemos voltar atrás e começar tudo de novo», desabafou, indignada, Sandy Wittle.Esta estrangeira, que reside na freguesia de São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves, prometeu que não vai desistir. «Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance porque existe uma alternativa mais a Norte» dizia Sandy. O traçado Sul, escolhido pela Rede Eléctrica Nacional (REN) para a nova linha aérea de muito alta tensão, afecta centenas de proprietários de terrenos do concelho de Silves, que propõem como alternativa um outro traçado, mais a Norte.A nova linha aérea de muito alta tensão entre Portimão/Tunes 3/Portimão - Tunes Norte, 150/400 KV, e reforço do troço final da linha Ourique/Tunes, 150 KV, tem uma extensão de mais de 40 quilómetros e visa reforçar o abastecimento eléctrico ao Barlavento algarvio.José Lourenço, presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines, que tem acompanhado o processo desde o início e único autarca presente na manifestação, perante esta situação diz sentir-se «impotente».«O que pode um presidente da Junta contra a REN?», perguntava. «Estou aqui para mostrar o meu apoio à população. É esse o meu papel. Tentarei fazer tudo o que estiver ao meu alcance», disse José Lourenço. No entanto, pouco haverá fazer uma vez que, segundo frisou o autarca «a obra já foi licenciada pelas Câmaras de Silves e Portimão».

13 de Setembro de 2007 15:00mara dionísio


Leia reportagem completa na edição do jornal «barlavento» da próxima quinta-feira, dia 20



11.9.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 12 de Setembro de 2007

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 12, pelas 10 horas, mais uma reunião ordinária da câmara, aberta ao público.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
1. Aprovação da Acta;
2. Informações;
3. Antes da Ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares (44 itens);
5.----
6. Assuntos Diversos (6 itens).

6.9.07

Espaço Informativo (actualizado)

Aqui deixo mais algumas referências noticiosas, entretanto surgidas:

- A propósito da criação da reserva do lince ibérico na Herdade das Santinhas, junto à Barragem do Arade, a notícia do
Correio da Manhã (3.09.2007).
- Dos cursos de história e cultura do Islão promovidos pelo Centro de Estudos Luso-Árabes (CELAS) na Escola Secundária de Silves, no jornal
Região Sul (5.09.2007).
- Do novo espaço aberto pelo Castelo de Sonhos, um piano-bar que se pretende um lugar aberto a eventos culturais, no antigo cine-teatro de Silves, noticiado pelo
Barlavento (6.09.2007).
- Da exposição sobre
"O Remexido", organizada pela Junta de Freguesia de S. Bartolomeu de Messines entre 15 do corrente e 10 de Outubro.
- Da Maratona BTT Caixa de Crédito Agrícola de Messines no dia 13 de Setembro, organizada pela Extremo Sul, no Região Sul (8.09.2007).
- Da poluição na Praia de Armação de Pêra, no Barlavento on-line (7.09.2007).

27.8.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 29 de Agosto de 2007

Realiza-se na próxima quarta-feira, dia 29 de Agosto, pelas 9.30 h, mais uma reunião ordinária da Câmara Municipal.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
1. Aprovação da acta;
2. Informações;
3. Antes da Ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares (39 itens);
5. Processos de Obras Municipais (1 item);
6. Assuntos Diversos (17 itens).

22.8.07

Espaço Informativo


Voltei de férias e, mais uma vez, quando Silves é novamente notícia pelas piores razões. É a questão do traçado da linha de alta tensão que não tem desenvolvimentos positivos, é a questão da destruição da plantação de milho transgénico no Poço Barreto (sobre o assunto dos transgénicos estou a preparar um dossier documental que virei a disponibilizar aqui), enfim, é hoje a divulgação do Inquérito Semestral de Primavera aos Prazos de Recebimento Declarados pelas Empresas de Obras Públicas, realizado pela Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (Fepicop). Segundo este documento, consultável aqui, Silves está entre os municípios que mais tempo leva a pagar as suas dívidas a fornecedores e empreiteiros, com prazos médios já superiores a um ano (ver imagem)! A situação é grave por várias razões: primeiro, por que é contra a lei que prevê dois meses para saldo dos compromissos (44 dias úteis); segundo, porque gera enormes dificuldades financeiras junto das empresas que, ainda assim, têm que responder fiscalmente perante o Estado pelas obras ou serviços realizados, sem ultrapassar os prazos, o que é desde logo imoral, já que o poder local também é Estado. Não há por isso reciprocidade, há antes ambivalência de critérios. Os estrangulamentos são tais que chegam a implicar falências, desemprego e o cortejo de problemas a isto associados. O concelho de Silves manifesta já esses sinais perturbadores, à vista desarmada, sem necessidade de grandes inquéritos; finalmente, e em terceiro lugar, é grave por ter sido esta situação sistematicamente desmentida pelo actual executivo, fosse em sede de discussão do Orçamento, fosse durante a apresentação das Contas de Gerência (veja-se a minha declaração de voto sobre a Conta de Gerência de 2005). Não me enganava ali sobre os prazos médios de pagamento, entretanto agravados. Como também eram verdadeiras as declarações sobre o descalabro da situação financeira e as afirmações de falência técnica da Câmara, ridicularizadas pela senhora presidente. Sucessivos documentos, como é o caso do agora referido, realizados por entidades terceiras, têm confirmado estas assunções. Estas e outras razões explicam a posição e orientação de voto que a CDU tem criteriosamente mantido durante a discussão desses importantes documentos estratégico/financeiros anuais cuja falta de rigor, orientação política e opacidade têm sido uma constante, com os resultados conhecidos. "O pior cego é aquele que não quer ver", diz o povo. Pois é, e isso aplica-se a parte da Oposição neste concelho, designadamente aquela que tendo assento na AM, é facilmente permeável à chantagem política ou, passo o neologismo, "limianizável"!

2.8.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 3 de Agosto de 2007

Na próxima sexta-feira dia 3, pelas 9 horas da manhã, dar-se-á continuação à suspensa reunião da passada quarta-feira, interrompida durante o período de audiência ao público.
Será assim dada continuação neste ponto à Ordem de Trabalhos que divulguei, dois posts abaixo.
Nesta serei substituído pelo colega de lista, Eng. José Artur Cabrita, por me encontrar já em férias. Depois só haverá reunião de câmara no próximo dia 29 de Agosto.
Até daqui a duas semanas, caro leitor!

1.8.07

Crónica de uma reunião adiada e mais algumas coisas


Tal como ontem vos informei, realizou-se hoje mais uma reunião de Câmara aberta ao público. Ao contrário do que previ e vos disse ontem, a Presidente sempre esteve presente, embora por pouco tempo (das 10 às 11 horas). A razão já a conhecem. A visita do senhor Duarte Nuno de Bragança às instalações da agora denominada Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica. E ainda não entrara o público na sala já estalava o verniz. É que logo de início a presidente informou dos constrangimentos impostos à prossecução da reunião e, quiçá já informada do que ontem à noite aqui escrevera, resolveu tarde e a más-horas, fazer convite aos vereadores não permanentes para ali (ex-matadouro) estarem presentes, propondo que se prosseguisse a reunião a partir das 15 horas ou a suspendêssemos para outro dia. Quanto à reunião, depois de alguma discussão que procurou conciliar as agendas pessoais de cada um, acabou suspensa para a próxima sexta-feira, pelas 9 horas. Também será pública, já que esta foi interrompida exactamente no período de audiência aos munícipes. Ficaram decepcionados os representantes da Comissão de Moradores de Vale Fuzeiros (caso da linha de Alta Tensão), ficaram desiludidos o senhor Jacinto Vieira e outra munícipe que o acompanhava e que vinham trazer novamente o problema da plantação de milho transgénico implantada no Poço Barreto. Mas outros munícipes foram ouvidos, trazendo ao conhecimento da vereação, na maioria dos casos, problemas que se prendem com a não viabilidade de construção em certos terrenos, de classificação restritiva em termos ecológicos (REN) e de PDM. O que a maioria muitas vezes alega, embora desconhecendo a multiplicidade de factores diferenciadores em questão, é a presença nesses locais de outras construções cujo licenciamento foi conseguido. Enfim, problema muito complicado e de grande responsabilidade para quem, após parecer/informação dos técnicos autárquicos responsáveis, tem que decidir politicamente, sobre situações que implicam, quantas vezes de forma dramática como hoje se viu, com a vida privada das pessoas. E decidir quantas vezes quase em cima da hora e, como seria o caso de hoje, sobre um exorbitante número de obras particulares, concretamente 59! Mas voltando atrás, quando falei que estalara o verniz, referia-me à situação que se criou pelo adiamento da reunião e o extemporâneo convite feito à vereação não permanente, a uma hora da cerimónia. Protestou a Dr.ª Lisete Romão, protestei eu chamando a atenção da gravidade da situação tanto mais que não é a primeira vez que sei primeiro das coisas pelos media do que por parte do executivo permanente, o que considero grave erro de protocolo e desconsideração por aqueles que, sendo também vereadores, representam também uma parte da população. Acabei o protesto para a acta com a pergunta que se impunha: tinha ou não sido o CELAS (Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves) convidado para a cerimónia, já que, enquanto entidade que inspirou e historicamente deu início ao processo de reabilitação do ex-matadouro, me parecia de toda a justeza esse convite. Até porque, entre os vários convidados, estavam alguns dos que patrocinaram a, até ao momento virtual, Fundação Al-Mutamide Ibn Abad, que em 2005 surgiu do nada (e no nada ficou) para disputar o espaço que desde sempre fora destinado a albergar aquela outra associação arabista. A resposta foi negativa por parte da Presidente que disse não entender porque o haveria de fazer. Pormenor também importante, já durante a cerimónia revelado, foi o facto da nota de imprensa que chegou aos jornais ontem, e que eu no último tópico "linquei", ser da própria autoria do arquitecto José Alegria, cônsul honorário de Marrocos, ex-membro do Celas, arquitecto que esta associação sugeriu como indicado para o projecto e que hoje, com esta zangado e passado que foi para o "clã Ibn Abad", esquece as origens e, como adiante direi, nem uma palavra referiu de agradecimento e memória a propósito das origens deste projecto, entre muitas outras que dirigiu a pessoas que nada, mas nada tiveram que ver com o mesmo. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...e os amigos.

Enfim, mas como da reunião de câmara nada mais há para dizer, já que foi suspensa para sexta-feira, passemos agora à cerimónia no Centro de Estudos Islâmicos e Mediterrânicos. Convidado ou não de última hora, a minha intenção era, digo-o aqui, caso a presidente não viesse à reunião, abandoná-la para estar presente e ali, mesmo não sendo convidado, aproveitar para informar os presentes do que considero um atropelo à justiça e à memória de todos aqueles que, durante anos, pugnaram para que aquela obra se realizasse. E assim fiz. Munido de alguns exemplares da revista Axarajibe que a Drª Ana Maria Mira presidente do CELAS fez favor de oferecer, incluindo o nº 1 que contém uma memória descritiva do projecto do futuro edifício da lavra do senhor arquitecto Alegria (ainda o antigo!...arquitecto), projecto que aliás mereceu discussão e sugestões em reuniões do próprio CELAS em que este participou (eu sei porque lá estive), apareci por isso ligeiramente atrasado. A cerimónia que decorria à porta fechada debaixo de uma enorme torreira de sol, contava no momento com a intervenção do senhor Embaixador de Marrocos, que deu lugar ao Arquitecto Alegria e, finalmente, ao senhor Duarte de Bragança (curiosamente apelidado pelo senhor assessor da presidente, de "Sua Alteza Real"!!!). Enfim, lamentável foi o discurso de auto-elogio do senhor Arquitecto Alegria (de cujo projecto eu gosto, acrescente-se) mas que, e como já referi, não teve uma palavra de referência e justiça para os verdadeiros iniciadores do projecto. Ficou-se pelos novos amigos. Mas ouvi-o da minha boca, assim como a Presidente, já que, aproveitando o final da cerimónia e a entrega de presentes por parte da Drª Isabel Soares, em voz alta (estava cá para trás na plateia) disse que também eu tinha presentes. E com a maior cara de pau dirigi-me ao senhor Duarte Nuno, apresentei-me como vereador não permanente e disse-lhe que, embora mais modestos dos que os da autarquia, também tinha alguns presentes enviados pela presidente do CELAS. E ali saquei dos Axarajib(s) e já voltado para os presentes mas dirigindo o olhar acusador à senhora presidente e ao arquitecto Alegria lamentei o facto de sobre o CELAS não ter ouvido qualquer referência, mas que a introdução e a própria memória descritiva presente numa das revistas, como já antes referi, haveria de fazer justeza à verdadeira história da reabilitação do edifício. Não fosse o chão em calçada e por certo lá estariam agora dois grandes buracos, isso me disse o que gestualmente pude observar. Jornalistas só lá esteve um, ou uma, Elisabete Rodrigues, do Barlavento, mas pelo que já li, para ela não foi notícia. Terei que ser eu, sem pudor nem falsa modéstia, a escrever aqui este post para memória futura.

E do resto do dia não rezo a história, porque já não acompanhei a comitiva ao almoço na Fábrica do Inglês e porque a visita ao Museu da Cortiça, para a qual já me tinha oferecido como cicerone ao ilustre convidado, não se realizou.

Porquê, já não sei...

31.7.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 1 de Agosto de 2007

Em primeiro lugar quero sossegar os meus leitores de que nada de errado se passa comigo, nem com o blogue. Afazeres profissionais, necessidade de férias (já muito próximas) e uma nuvem de preguiça "literária" têm impedido este blogue de ser actualizado com mais frequência. Mas não tenho estado a dormir, politicamente falando, embora aqui não tenha compartilhado convosco essas preocupações e trabalho. Enfim, não me tem apetecido escrever, até porque me sinto, certos dias, como se pregasse no deserto. Desculpem o desabafo, mas é verdadeiro. Hoje essa disposição mudou, até por imperativo de anunciar a reunião ordinária de amanhã, a primeira de Agosto, por isso pública (começa assim às 10 horas).
E passo a dar conhecimento da Ordem de Trabalhos, antes de mais comentários:
1. Aprovação da Acta;
2. Informações;
3. Antes da ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares ( 59 itens!);
5. Processos de Obras Municipais (1 item!);
6. Assuntos Diversos (20 itens)
A destacar na ordem de trabalhos, em primeiro lugar, a anunciada ausência (hoje profusamente dada a conhecer pela imprensa, mas não aos vereadores (pelo menos os não permanentes), que também não foram convidados para a cerimónia qualificada de «oficial»!) da Presidente à reunião, por sinal pública, e que preferiu, à recepção dos munícipes, servir de anfitriã a um senhor que dá pelo nome de Duarte Nuno de Bragança. E onde vai estar o senhor Duarte de Bragança? No ex-matadouro, agora Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica, sobre a qual recai, ainda, futuro acórdão judicial quanto à sua utilização e que foi reaberto em total desconformidade com o seu projecto de candidatura aos fundos comunitários, com duas deliberações camarárias, uma de 1997 e outra de 2005 (bastante discutível, na minha opinião), e um acórdão definitivo que se aguarda do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé e que, só por si, justificaria toda a prudência do município quanto ao prolongamento desta situação anómala, a saber, a sua administração unilateral do espaço à margem do que antes fora deliberado e alvo de compromisso face aos financiadores. Enfim, haverá novidades sobre isso. Mas Isabel Soares não será só anfitriã no ex-matadouro. Também o quer ser no Museu da Cortiça, onde solicitou entrada gratuita da comitiva, e ali pensou ser rainha na sua passagem, já que o director, também vereador independente, não foi sequer para ali chamado ou "convidado", nem sequer informalmente informado pela senhora presidente (e pela Fábrica do Inglês, em boa verdade se diga também), e porque provavelmente estará ocupado na reunião de câmara que aquela convocou e que decidiu não ir. E como diria o nosso Pessa, " e esta, hein?!"
Mas enfim vamos à reunião e à ordem de trabalhos para que a presidente nos convocou, a todos nós (já que é pública, não é), "os outros".
Para além dos projectos particulares que, como de costume, não comento aqui, há que realçar o parecer jurídico da PLMJ (o tal escritório de advogados contratado pelo município e cuja facturação já ascende a 25 177,90 € desde Agosto de 2006) sobre o recurso hierárquico interposto pelo funcionário Vítor Rocha, um dos que disciplinarmente foi castigado no âmbito do chamado processo Viga d'Ouro. Muito discutível é, na minha modesta opinião, a argumentação do jurista para recomendar à Câmara a pura ignorância do recurso. Fundamenta-se na presunção que, tendo o procedimento disciplinar sido alvo de deliberação camarária não poderá esta ter competência na apreciação, e só um organismo hierarquicamente superior o poderá fazer, o que afirma não existir. Nem uma nem outra conclusão têm a minha acordância.
Outra situação ainda não resolvida é o Regimento da Câmara Municipal de Silves. Em falta, como no início do mandato o denunciei, veio vezes sem conta a reunião. Depois de uma consulta à ANMP, faltou uma deliberação definitiva sobre a sua entrada em funcionamento, até porque existiam pequenos acertos a fazer quanto ao consensualmente acordado relativamente às reuniões públicas, a saber, que seriam de porta aberta. Apresenta-se agora uma versão em que a porta aberta é para, e só, entre as 10 e as 11 horas...
Depois temos a sementeira de milho transgénico no Poço Barreto. Na última reunião apresentei a sugestão para que o executivo, na sequência das anteriores posições assumidas pela presidente (na AMAL) e pela Assembleia Municipal, preparasse texto consensual que desse corpo ao protesto desta autarquia face ao teor das últimas alterações legislativas sobre a matéria e ao esvaziamento do poder local sobre o licenciamento destas explorações agrícolas que produzem OGM (Organismos Geneticamente Modificados). Do texto requerido, nada. Temos um ofício da DRAgricultura dizendo que a exploração em causa cumpre os requisitos legais.
Para terminar, só para dizer que, e apesar das várias datas já anunciadas pela presidente para a abertura da Biblioteca Municipal (começaram ainda no ano que já passou), só virá amanhã a deliberação o resultado do júri de avaliação do concurso público para aquisição do mobiliário da mesma. Entretanto, e a qualquer momento, aguarda-se a inauguração do Teatro Mascarenhas Gregório.
O quê? Já foi inaugurado?? Não me digam!!

29.6.07

Endividamento da autarquia - o que dissemos confirma-se

25 Autarquias mais endividadas (Relação entre valor da dívida e a capacidade de endividamento)


Infelizmente, os nossos piores receios quanto à desastrosa situação financeira da autarquia de Silves foram agora confirmados pelo Anuário Estatístico dos Municípios, referente a 2005. Neste trabalho académico feito com os dados das contas de gerência enviados pelas autarquias ao Tribunal de Contas (não sei como é que Fernando Ruas, presidente da ANMP, tem o descaramento de vir dizer que os autores se basearam em dados incorrectos, a não ser que considere que as autarquias realizam falsas contas de gerência!!), Silves está num escandaloso 15º lugar (ver tabela) entre os 307 munícipios nacionais (houve um que não entregou as suas contas)! É a pior situação no Algarve, é a pior situação a sul de Sines (aparentemente nem Ourique está pior).


Ora o que é importante agora destacar é a forma como tem sido sistematicamente negada a situação, em sede de discussão dos orçamentos ou na apreciação das contas de gerência. Quando na altura da apreciação da conta de gerência de 2005 declarei que a câmara se encontrava numa situação que em face da nova Lei das Finanças Locais a coloca em «falência técnica», a senhora presidente, riu-se, desmentiu e apelidou os meus comentários de "politiquice" (não tendo como os colocar aqui, convido-os a lerem o que o seu responsável financeiro, Dr. José Paulo Sousa, me respondeu nos comentários a um tópico da altura). Prova-se agora que era verdade. O que tentei então fazer, alertando os munícipes para o rumo financeiro seguido por esta maioria caiu em saco roto, tem caído em saco roto, ficando sistematicamente o(s) vereador(es) e os membros da bancada da CDU, a pregar no deserto, votando sozinhos contra estes pouco rigorosos documentos e sendo acusados de quererem boicotar o funcionamento da autarquia e criarem constrangimentos à atribuição de ajudas às colectividades e às juntas de freguesia (vê-se pelo grau de pagamento efectuado até agora, três meses passados sobre a aprovação do Orçamento!).


A propósito dessa conta de gerência de 2005 que nos deu agora este indesejável lugar, também da postura da Administração local no que respeita a rigor e transparência, convém relembrar as justas e especializadas palavras do Dr. Francisco Martins (jornal Terra Ruiva, Maio 2006, nº 68) na altura da aprovação do documento. Outro que pregou no deserto!

26.6.07

Reunião Extraordinária da Câmara - dia 27 de Junho de 2007

Realiza-se amanhã a reunião extraordinária para discussão do processo de concurso de serviços de auditoria à autarquia, convocação realizada pela Oposição em 26 de Abril passado(para o atraso foram apresentadas razões inerentes à natureza e conveniência do concurso). Por atacado, alguns processos particulares mais difíceis que têm sido adiados e amanhã contarão com o comentário legal do Dr. João Aires, avençado da CMS para prestação de pareceres jurídicos.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
2. Informações;
4. Processos de Obras Particulares (10 itens);
6. Assuntos Diversos
6.1. Prestação de Serviços na área de Auditoria Jurídica.
O último ponto da ordem de trabalhos é a razão de ser desta reunião. Lembre-se que esta auditoria, reclamada pela Oposição deste o início deste mandato, recusada de início pela Presidente (que afirmou que as auditorias só se justificam quando existam mudanças de cor política na autarquia!), acabou por ser proposta pela actual maioria numa reunião de câmara de 11 de Agosto do ano passado, numa tentativa de lançar água na fervura em pleno caso Viga d'Ouro. Quase um ano depois, está a terminar o processo de concurso, com duas empresas participantes, uma delas (saberemos qual provavelmente amanhã), a vencedora. Dando de barato a demora, quanto a nós o menos grave, já que o concurso é burocratizado, o que está em causa são outras questões. Em primeiro lugar os termos do concurso: «(...) prestação de serviços de Auditoria Jurídica aos contratos que seguem em listagem anexa.» Ficam assim desde logo fora de análise os serviços prestados pela Viga d'Ouro à autarquia, já que, e isso é referido em sede de inquéritos, não existem documentos contratuais nem deliberações camarárias. Ora foi essa a situação que despoletou a contratualização da auditoria! O objectivo do concurso, traduzido no caderno de encargos apresentado para análise e orçamentação dos concorrentes, deveria sobretudo recair na prestação de serviços e empreitadas sem concurso (apesar dos montantes envolvidos), na forma e modo como foram realizados, aparentemente à margem das determinações legais. Mas assim não é.
A segunda questão é de natureza ético/profissional, com contornos que podem configurar mesmo, eventual conflito de interesses. Referimo-nos às empresas concorrentes: a PLMJ ( onde pontuam, entre outros, Morais Sarmento e José Miguel Júdice) e a Paz Ferreira Associados. A primeira, quanto a nós, não tinha quaisquer condições para se apresentar a concurso já que é actualmente prestadora de serviços de natureza jurídica na autarquia com uma facturação que ascende (desde Agosto de 2006) a 25 177,90 €! A prestação destes serviços por esta empresa não foi alvo de deliberação camarária! e, que eu saiba, nunca foi formalizada, já que embora fosse pedida nunca foi fornecida cópia do contrato; o que foi fornecido foi cópia do fax com as condições de facturação da empresa, feita com base horária. Agora, o que dizer da situação dum gabinete de advogados que simultaneamente presta serviço de apoio e consultadoria jurídica à autarquia (ou à sua Presidente, no processo Viga d'Ouro) e, por outro lado, pretende realizar - e segundo sei, em muito boa posição para ganhar - a Auditoria jurídica e financeira que nos esclareça sobre o que se passou nos últimos anos na CMS?!
Enfim, amanhã veremos quais os desenvolvimentos.
Embora sem referência na Ordem de Trabalhos que me chegou, fiquei hoje a saber pela comunicação social que amanhã virá a reunião de câmara uma contraproposta da autarquia ao último traçado proposto pela REN para a linha de Alta Tensão que cruzará este concelho. Pouco curial, no mínimo, a ser verdade.
Aproveito para deixar mais algumas ligações para notícias sobre Silves:
- SILVES: Agricultores biológicos protestam contra milho transgénico, no Observatório do Algarve (22.6.07)
- Recuperar a sede [do Silves Futebol Clube] é prioridade, no Correio da Manhã (24.06.07);
- Silves FC prepara próxima época, no AlgarveDesporto (26.6.07);
- Messinense faz balanço aos juniores, no AlgarveDesporto (26.06.07);
- Câmara vai propor corredor alternativo, no Correio da Manhã (26.06.07).

21.6.07

Reunião Ordinária da Assembleia Municipal - dia 22 de Junho de 2007

Do Senhor Presidente da Assembleia Municipal recebi convite para a reunião ordinária que se realiza amanhã, dia 22 de Junho, pelas 21 horas, no Salão da Junta de Freguesia de Tunes.
A Ordem de Trabalhos é a que se segue:
1º Período
Audiência ao Público;
2º Período
Antes da Ordem do Dia;
3º Período
Ordem do Dia:
3.1. Apreciação e deliberação da Proposta de alteração do Regulamento Municipal de Taxas e Licenças;
3.2. Apreciação e deliberação da Proposta de Delegação de Competências nas Juntas de Freguesia e respectivos Contratos;
3.3. Análise e deliberação da Proposta de Recomendação - Plantas Transgénicas e Geneticamente Modificadas;
3.4. Análise do Relatório da Actividade da Câmara Municipal referente aos meses de Abril e Maio 2007;
3.5. Questões a colocar pelos membros da Assembleia Municipal à Câmara Municipal.

19.6.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 20 de Junho de 2007

Realiza-se amanhã mais uma reunião de câmara.
Aqui deixo a Ordem de Trabalhos:
1. Aprovação da Acta;
2. Informações;
3. Antes da ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares (46 itens);
5. Processos de Obras Municipais (1 item);
6. Assuntos Diversos (19 itens).
Entre os assuntos que merecem ser destacados refiro a proposta de criação de um Arquivo Fotográfico Municipal que possa vir a preservar a memória visual deste concelho e a deliberação de envio da proposta de Plano de Urbanização de Silves às entidades que nestes casos devem ser consultadas previamente.
Aproveito para referir algumas novidades entretanto vindas a público através da comunicação social:

7.6.07

Espaço Informativo (actualizado)

Mais algumas novidades:
- Deputado José Soeiro questiona na Assembleia da República traçado da linha de alta tensão Portimão /Tunes, em notícia no Barlavento on-line. Entretanto, na última reunião pública da Câmara, esteve presente uma pequena delegação de moradores de Vale Fuzeiros à qual foi prometida total solidariedade na opção pelo traçado a norte das barragens, já que a recente proposta alternativa da REN (corredor Sul/Norte passando por Casa Queimada e rente à margem sul da barragem do Arade) só transfere o problema de Vale de Fuzeiros para outros locais. Mais, foi consensual a proposta de Sérgio Santos, porta-voz da comissão de moradores, de que, não existindo uma resposta política nas próximas duas semanas de quem tem autoridade na matéria (o ministro da tutela), haverá "excursão" a Lisboa, mesmo sem reunião agendada, nos autocarros da autarquia. Essa a promessa.
Sobre o mesmo assunto, saiu entretanto outro artigo no Região sul on-line (8 de Junho) que dá conta de semelhante iniciativa por parte do PS na Assembleia da República.
- Confraternização de antigos alunos da Escola Industrial e Comercial de Silves, no Região Sul on line.

- Marchas Populares no concelho de Silves, nos dias 12, 23 e 28 de Junho.

5.6.07

Reunião Ordinária da Câmara - dia 6 de Junho de 2007

Realiza-se amanhã, a partir das 10 horas, mais uma reunião ordinária da Câmara, aberta ao público.
Da Ordem de Trabalhos consta:
1. Aprovação da Acta;
2. Informações;
3. Antes da Ordem do Dia;
4. Processos de Obras Particulares (42 itens);
5. Processo de Obras Municipais (3 itens);
6. Assuntos Diversos (23 itens).

3.6.07

Espaço Informativo

Aqui ficam mais algumas notícias sobre o concelho:
- O jornal Tal e Qual, do dia 1 de Junho, faz título com "Mendes apoia autarca arguida". Sobre este assunto já escrevi no Saco dos Desabafos. Veja-se também como reporta o jornal Barlavento a visita dos dois Mendes (Marques Mendes e Mendes Bota) a Silves e o discurso de apoio de Mendes Bota que, entre outras boas tiradas - provavelmente saíu da Via do Infante directamente para a churrasqueira da Fábrica do Inglês - disse: "(...) antes não havia entradas condignas da cidade, hoje existem, não havia arrumação, mas hoje já há, não havia urbanismo, nem bom nem mau, não havia dinamismo económico, como hoje existe". Mas por onde é que tem andado este senhor?! Não deve ver Silves, com olhos de ver, desde o tempo das falências das fábricas de rolhas...! Neste encontro ocorrido dia 27 de Maio passado ficamos ainda a saber que a senhora presidente nunca antes daquela que se realizou junto ao Centro de Saúde tinha estado numa manifestação! Péssimo dado curricular para quem deve o poder à Revolução dos Cravos e durante todos estes anos não soube, ou não quis, exercer o direito de expressão e manifestação que aquela ofereceu a todos nós. É caso para colocar a já clássica pergunta: e onde estava a senhora no dia 25 de Abril de 1974? E nos seguintes?
- Festival da Cerveja está em risco, é título do Correio da Manhã de 1 de Junho.
-"Ratos à solta", é o triste título, mais uma vez do Correio da Manhã de dia 2 de Junho, a propósito das condições de higiene da Escola Básica nº 1 de Pêra.
Mas não há boas notícias sobre Silves? Talvez esta seja, ou (l)vendo melhor, talvez não. Talvez não por que é lamentável ser o concelho que mantém a maior reserva de água potável do Algarve (Funcho e Arade), e aquele onde se faz grande parte do seu tratamento (ETA de Alcantarilha), a ser dos últimos a receber a ligação ao Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água. Só duas ou três freguesias estavam já ligadas a este sistema. A freguesia de Silves, e a maioria das outras do concelho, continuavam a ser abastecidas com água de captações subterrâneas, de pior qualidade e menor custo para a autarquia. Ainda assim, este executivo permanente justificou os aumentos do precioso líquido com o preço de custo pago à Águas do Algarve (0,39 €/m3).

29.5.07

Reunião extraordinária cancelada

Por se deslocar amanhã (quarta-feira) a Coimbra, para uma reunião da Associação Nacional de Municípios Portugueses preparativa do Congresso, não foi convocada para a data consensualmente aprazada a reunião extraordinária convocada pela Oposição em 26 de Abril de 2007!
Será que a Presidente da Câmara Municipal de Silves ainda passa algum tempo na dita??
E quais serão as suas prioridades?

26.5.07

Espaço Informativo

Aqui ficam as ligações para algumas notícias referentes ao nosso concelho:
- Marques Mendes procura candidato "forte e credível" para Faro, é a notícia do Região Sul a propósito da comemoração dos 33 anos do PSD na Fábrica do Inglês. Bem melhor faria se não fosse homem de dois pesos e duas medidas, e o procurasse para Silves, onde bem precisa.
- Silves FC com vazio directivo, é o triste título do Barlavento, dando notícia da crise de liderança na colectividade silvense. O que não admira, quando a autarquia deve ao clube 115 493 € (veja mapa das transferências em baixo)!
- Da intenção da REN em iniciar as obras da linha de alta tensão na próxima segunda-feira dá notícia o Correio da Manhã.
- Mais de mil assinaturas recolhidas para exigir rotunda em Pêra, é o título do Jornal do Algarve para esta iniciativa do PCP para pôr fim a um dos "mais negros pontos negros" da EN125.
- Já ocorrido e já referenciado no artigo anterior, merece destaque o colóquio do PS/Silves sobre a problemática dos fogos florestais, notícia no Região Sul.
- De um amigo, João Vasco Reis, que tem dedicado muito do seu tempo e saber a investigar Silves e a sua história, mais um livro sobre o Escutismo, no ano do Centenário, e que merece divulgação: "Corpo Nacional de Escutas - uma história de factos (subsídios)".
- Por ser curioso, pouco conhecido localmente e caso para reflexão, aqui fica a notícia dada pelo Região Sul de um moderno estúdio de gravação instalado no Poço Barreto, o Tinman Creative Sound Recording Studios que promove a música nacional, tem uma rádio on-line 24/24h e permite descargas grátis!
- Na Igreja da Misericórdia, em Silves, estará patente, até 8 de Junho, uma exposição das melhores fotografias apresentadas ao 32º Salão Internacional de Arte Fotográfica do Algarve, uma organização do Racal Clube de Silves.
- Na próxima semana, entre 30 de Maio e 3 de Junho, numa organização da CMS, vai decorrer o 7º Fórum de Educação e Desporto no Pavilhão da Fissul.
-
Deixo para o fim duas novidades da minha lavra, a partir de documentos disponibilizados durante a última reunião de Câmara:
- A Relação dos Factorings da CMS, actualizada, (rode o documento no Acrobat Reader), com referência a datas e aos valores comprometidos e já saldados.
- O Mapa das Transferências Correntes e de Capital para o ano de 2007 (vulgo, compromisssos com instituições e colectividades), actualizado ao mês de Maio. Deste documento fica-se a saber - quase decorrido um semestre do corrente ano - que o nível de cumprimento da CMS é de cerca de 10%! E agora não me venham dizer que o Orçamento ainda não foi aprovado!