8.3.09

Reunião Extraordinária da Câmara Municipal - 9 de Março de 2009

Realiza-se amanhã, dia 9 de Março, uma reunião extraordinária da Câmara Municipal de Silves.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
2. Informações;
6. Assuntos Diversos
6.1. Proposta de alteração ao Orçamento nº 5;
6.2. Proposta de alteração às Grandes Opções do Plano nº 4;
6.3. Proposta de aquisição do prédio conhecido por "Fábrica do Tomate", sito em Silves.
As alterações orçamentais e das Grandes Opções do Plano são condicionadas pelo ponto 6.3., a aquisição da chamada Fábrica do Tomate, que vem sobre a forma de um contrato promessa de compra e venda. Pura e virtual tecnologia financeira, feita à custa do previsto para os serviços urbanos e ambiente (quase menos um milhão de euros), da aquisição de máquinas e viaturas (mais de um milhão de euros a menos), e de outros sectores substancialmente menos "prejudicados", porque sempre mais em destaque em ano eleitoral. Falta agora saber, passando do virtual à tesouraria, onde anda o dinheiro para fazer face aos imediatos encargos colocados por esta aquisição no montante de 1 980 000 €!
Sobre o contrato de promessa de compra e venda nem comento, por agora.

3 comentários:

Atreve-te a sonhar! disse...

Exº Sr. Vereador da CDU,
Muito me apraz o seu blogue e devo dizer-lhe que partilho do seu sentido crítico que, por vezes, torna-se acutilante. No entanto,deixe-me dizer-lhe que a Câmara Municipal de Silves há muito deixou de cumprir o seu papel na execução das suas ordens. Desde 2005 que venho, de forma persistente, chamar a atenção da CMS para o facto de que é necessário cumprirmos com o nosso dever. Aguardo desde dessa data, que a CMS faça a demolição de um prédio construido ilegalmente no meu terreno. O que é mais escandaloso é que a CMS concedeu prazos e prorogação de prazos para o licenciamento de uma obra que não é passível de ser legalizada! Como vereador da oposição, será que não podia colocar na próxima newsletter da CMS (que é mais uma propoganda pré-eleitoral) que as suas funções deviam ser cumpridas em vez de destacar futuros e hipotéticos projectos? Tenho dito.
Gina Guerreirp

Manuel Ramos disse...

Cara Senhora,
Agradeço em primeiro lugar as suas palavras.
Quanto à minha participação na newsletter, ela está condicionada a 1500 caracteres e só ocorre de 3 em 3 meses. Não é, por isso, o lugar mais adequado para levantar este tipo de questões, sempre complexas.
Se puder, e assim entender, descreva-me mais pormenorizadamente o seu problema para o meu e-mail ou escrevendo para a Câmara, ao meu cuidado:
castelo58@gmail.com
Os meus cumprimentos.

Anónimo disse...

Exª Senhor
Vereador Manuel Ramos
Se me permite responder a Srª Gina Guerreiro

Exª Senhora
Aconselho vivamente a Srª a apresentar queixa ao IGAT e a informar aquela inspecção que a Câmara não toma posse administrativa e procede a demolição da obra. Pode ainda apresentar Queixa ao Tribunal Administrativo de Loulé pela Câmara não proceder de acordo com a legislação penso que é com uma alteração ao Decreto -Lei 555/99.

Depois começa a via sacra de perguntar todos os 15 dias ao tribunal se a Câmara já cumpriu o seu dever.
Tenha persistência e paciência.

Estou a informar porque a um familiar meu aconteceu o mesmo mas numa Câmara mais responsável com a legalidade.

Com os melhores cumprimentos

Joaquim Santos